“Lulinha está no coração da Presidência da República” Vereadora e jurista Janaína Paschoal (PP-SP) defende manter o inquérito no STF Lulinha não irá à Justiça porque teme ser preso Enquanto Lula (PT) diz ter orientado o filhote Lulinha a se apresentar à Justiça para responder sobre os rolos dos quais é acusado no Supremo Tribunal Federal (STF), a coluna apurou que, alvo de três inquéritos da Polícia Federal, ele não cogita retornar ao Brasil tão cedo, com medo de ser preso. Eventual apresentação de Lulinha à Justiça só ocorreria sob a garantia de que não será preso e poderá pegar o primeiro avião de volta para Madri, blindado de PF batendo à porta às 6h da matina.
Solta a língua Lulinha tem muito a explicar: já são três os inquéritos que o investigam por suspeitas graves como tráfico de influência e corrupção. Papo foi político Na reunião de três horas com o advogado de Lulinha, não foi o petista quem tocou no escândalo do filho, mas, sim, o advogado. A crise chegou O advogado de Lulinha, Marco Aurélio Carvalho, não deve ter muito o que fazer: ele também coordena a campanha de Lula em São Paulo. Recheio petista Fernando Haddad, escalado por Lula para o sacrifício de encarar Tarcísio de Freitas em São Paulo, também estava na reunião no Alvorada. Gastança do governo é pior que fatores externos Relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal desmonta a lorota da equipe econômica de Lula que terceiriza para “fatores externos” a culpa pelo fraco desempenho da economia no Brasil. O documento é claro: “o governo central produziu um déficit primário efetivo”. O relatório cita programas sociais, como Bolsa Família, variação do preço do barril do petróleo e até as emendas parlamentares em ano eleitoral, mas conclui que a gastança da gestão Lula é o mais nocivo. Meta fiscal Não fossem manobras que aliviam artificialmente o caixa e retiram despesas e receitas do cálculo, o déficit, diz a IFI, seria de R$ 52 bilhões. Gasta sem piedade A receita cresceu (6%), mas a gastança foi maior (6,3%). Entre janeiro e julho de 2025, o déficit foi de R$ 70,3 bilhões. Este ano, R$ 81,2 bilhões. Não é emenda O relatório mostra que as despesas discricionárias explodiram e não foram só as emendas, em R$ 31,9 bi. Outras despesas somam R$ 83,5 bi. Nem investigação teve O senador Carlos Viana (PSD-MG), autor da CPMI do Lulinha, alerta: “Nós já vimos esse filme. No passado, em vários outros escândalos, a investigação não avançou porque o sistema agiu para defender o filho do presidente e nós não ficamos sabendo se ele era culpado ou inocente”. CPMI do Lulinha Carlos Viana propôs CPMI do Lulinha para saber, entre outros mistérios, por que “tentaram trocar equipes que investigavam” o caso no STF e o motivo pelo qual a PGR quis “empurrar o inquérito” para a 1ª instância.




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