Plano será apoiar os produtos na sua expansão internacional, tendo como ponto de entrada os países da CPLP. Atualmente, já têm medicamentos registados em Moçambique e no Brasil.
Macau quer o apoio de Portugal para promover a expansão dos produtos de medicina tradicional chinesa nos mercados europeus até 2030, foi esta terça-feira anunciado.
O Governo local apresentou esta terça o terceiro Plano Quinquenal de Desenvolvimento Económico da região semiautónoma chinesa, que deverá começar a ser implementado ainda em 2026.
O plano aponta a Europa como um dos alvos e defende o reforço da colaboração com a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde de Portugal e a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária portuguesa.
No final de 2024, a presidente associada do Parque Científico e Industrial de Medicina Tradicional Chinesa Guangdong Macau disse que a instituição ajudou no registo de três medicamentos em Moçambique e 11 no Brasil.
Durante a apresentação do Plano Quinquenal, a secretária para a Economia e Finanças de Macau disse que a cidade pretende atrair farmacêuticas da China continental.
Em 31 de julho, Dora Ng Wai Han foi também nomeada como diretora do Comité Executivo da zona económica especial na vizinha Hengqin (ilha da Montanha), gerida em conjunto por Macau e pela província de Guangdong.
Este centro, que abriu em dezembro em Hengqin, tem ainda planos para abrir sucursais em países de língua portuguesa e espanhola, incluindo o Brasil e o México.




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