Balança comercial brasileira, tensões no Oriente Médio e cenário eleitoral também ficam no radar dos investidores nesta sexta-feira
Priorize VEJA no Google Os mercados financeiros encerram a semana à espera do payroll, o principal relatório sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos. A expectativa é que a economia americana tenha criado 56 mil vagas em agosto, depois do fechamento inesperado de 23 mil postos em julho. A taxa de desemprego deve permanecer em 4,1%.
A expectativa pelo indicador deixa os futuros das bolsas americanas sem uma direção única nesta manhã. O petróleo recua levemente, mas permanece acima de 95 dólares por barril em meio às tensões entre Estados Unidos e Irã, que continuam alimentando o receio de novas pressões inflacionárias.
No Brasil, o EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, avança no pré-mercado. O sinal positivo vem depois de o Ibovespa encerrar praticamente estável nesta quinta-feira, 3, interrompendo uma sequência de onze altas, período em que acumulou valorização de 11,34%. A bolsa continua próxima das máximas recentes, impulsionada pelas apostas eleitorais, que ampliaram as perspectivas de vitória do candidato Flávio Bolsonaro.
A agenda doméstica tem como destaque a divulgação da balança comercial de agosto. Investidores também acompanham o avanço das tensões no Supremo Tribunal Federal e os desdobramentos da medida provisória que acabou com a taxa federal sobre compras internacionais de até 50 dólares, agora à espera da sanção presidencial.




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