Os mercados internacionais voltam suas atenções para os dados de inflação desta quarta-feira (26) tanto aqui quanto nos Estados Unidos. Lá fora, o PCE (índice de preços e gastos com consumo pessoal), o indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) para balizar a decisão sobre juros, deve avançar 0,1% na comparação mensal [...]

Os mercados internacionais voltam suas atenções para os dados de inflação desta quarta-feira (26) tanto aqui quanto nos Estados Unidos.

Lá fora, o PCE (índice de preços e gastos com consumo pessoal), o indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) para balizar a decisão sobre juros, deve avançar 0,1% na comparação mensal e acumular 3,6% na base anual.

Já o núcleo do PCE deve subir 0,2% e 3,2% na mesma base de comparação, respectivamente.

Por fim, para completar o panorama internacional, os investidores aguardam o balanço da Nvidia (NVDA), que deve ser publicado após o fechamento dos mercados. Os resultados servirão como termômetro do apetite dos investidores por teses envolvendo inteligência artificial (IA).

Já em terras nacionais, o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, será divulgado às 9h. A mediana das expectativas aponta para uma redução de 0,30% nos preços. Ao mesmo tempo, os investidores também acompanham o calendário eleitoral.

Ibovespa: O Ibovespa (IBOV) engata a quinta alta consecutiva com o retorno do apetite a risco dos investidores, o que impulsionou as ações de bancos e da Vale (VALE3).

Nesta terça-feira (25), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 1,55%, aos 174.576,80 pontos.

Já o dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,1404, queda de 0,25%.

O iShares MSCI Brazil (EWZ) — principal ETF brasileiro negociado em Nova York — sobe 0,06%, cotado a US$ 35,90.

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta. Tanto na abertura da Europa quanto no pré-mercado dos Estados Unidos o viés é misto.

Agenda Dario Durigan

Agenda Gabriel Galípolo

Bolsas europeias (mercado aberto)

Wall Street (mercado futuro)

Juros altos, empresas em crise: por que a Tenda continua crescendo?