Ana Paula Martins defende reorganização da rede de urgências e reforma do SNS. Governo regista já redução de 30% a 35% nos casos não urgentes.

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Acrescentou que Portugal foi o primeiro país europeu a aderir a uma rede internacional de boas práticas nesta área e defendeu que o futuro Sistema Nacional de Acesso à Consulta e Cirurgia (SINAC) deverá recorrer a esta tecnologia para apoiar a gestão do acesso dos utentes.

Relativamente aos medicamentos inovadores, reconheceu que representam novos desafios em matéria de avaliação, financiamento e sustentabilidade, mas assegurou que o objetivo do Governo não é atrasar o acesso à inovação.

A conferência foi promovida pela Convenção Nacional da Saúde (CNS) e pelo Conselho da Saúde, Prevenção e Bem-Estar da CIP.

Alertou, contudo, que esse objetivo exige um compromisso alargado entre os diferentes intervenientes do setor da saúde.

Nesse sentido, enquadrou a inovação na proposta do Presidente da República de um pacto para a saúde, defendendo que os investimentos necessários obrigam a opções de médio e longo prazo e ao consenso entre partidos, empresas, instituições, ordens profissionais e restantes intervenientes do setor, para que Portugal continue a assegurar o acesso às terapêuticas e técnicas inovadoras.

Notícia corrigida às 12h com a indicação, dada pelo gabinete da ministra da Saúde, de que são 158 e não 168 as urgências abertas no SNS