O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (11) para rejeitar recurso da Defensoria Pública da União, que representa o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, e manter a condenação dele por coação no processo de tentativa golpe de Estado, em 2022. A pena fixada pela Primeira Turma do Supremo foi de 4 anos e 2 meses de prisão. O julgamento ocorre em plenário virtual até o dia 18 de setembro. A condenação pela Primeira Turma ocorreu em 16 de junho
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (11) para rejeitar recurso da Defensoria Pública da União, que representa o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, e manter a condenação dele por coação no processo de tentativa golpe de Estado, em 2022. A pena fixada pela Primeira Turma do Supremo foi de 4 anos e 2 meses de prisão. O julgamento ocorre em plenário virtual até o dia 18 de setembro. A condenação pela Primeira Turma ocorreu em 16 de junho, mas a Defensoria recorreu. A DPU pediu a rejeição da acusação e alegou que críticas ao Judiciário são protegidas pela liberdade de expressão e imunidade parlamentar. PF recomenda demissão do ex-deputado Eduardo Bolsonaro por abandono do cargo de escrivão Alexandre de Moraes Luiz Silveira/STF - Esta reportagem está em atualização




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