Estudo "Boca de IA" aponta que principais plataformas de IA generativa descumprem regras eleitorais no país

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O Ministério Público Federal (MPF) intensifica a fiscalização do uso de inteligência artificial generativa nas eleições de outubro. O estudo “Boca de IA” identificou que sete ferramentas populares violam normas do TSE ao ranquear candidaturas e apresentar dados incorretos, comprometendo o processo eleitoral. MPF e Justiça Eleitoral atuam para combater a desinformação.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

De olho nas eleições de outubro, o Ministério Público Federal (MPF) intensifica a fiscalização do uso de inteligência artificial generativa. O estudo “Boca de IA”, desenvolvido pelo MPF em parceria com o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), identificou que as sete ferramentas de IA mais utilizadas no Brasil violam as normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao ranquear candidaturas e apresentar dados incorretos sobre os postulantes a cargos públicos — elementos que, combinados, comprometem o processo eleitoral.

Para combater esse cenário, o MPF realiza reuniões com representantes das plataformas monitoradas pelo levantamento (ChatGPT, Gemini, Meta AI, DeepSeek, Grok, Perplexity e Claude), com o objetivo de mitigar a desinformação e assegurar que o eleitorado não seja influenciado por conteúdos falsos ou enviesados.

Nesses encontros, treinamentos especializados são oferecidos para que os ilícitos digitais sejam detectados com mais facilidade. Enquanto o órgão independente atua de forma ativa para retirar esses dados do ar e buscar a responsabilização dos infratores, a Justiça Eleitoral assume outra frente nesta batalha.

A corte estipula penalidades para quem espalha desinformação, que vão desde a remoção imediata do conteúdo e a suspensão de perfis, contas ou canais até, em casos mais graves, a aplicação de multas de 100. 000 a 150. 000 reais por hora de descumprimento da ordem de remoção.