Iniciativas como Na Praia Social, Siga Segura e Conta Comigo reforçam o compromisso do festival com inclusão e transformação social
Para além do entretenimento, o Na Praia construiu, ao longo de suas edições, uma imagem reconhecida nacionalmente pela sustentabilidade. Em 2026, o festival reforça ações de combate à fome, inclusão, acessibilidade, igualdade de gênero, economia circular e cuidado com o Lago Paranoá. Tudo isso conectado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e, principalmente, à experiência de quem vive todo o lazer que o complexo oferece.
“Para a gente, sustentabilidade precisa estar presente na prática e ser percebida pelas pessoas. Ela está no alimento arrecadado, no acolhimento de quem precisa, na acessibilidade, no cuidado com os resíduos e na proteção do Lago. O nosso desafio é fazer uma grande festa e, ao mesmo tempo, deixar impactos positivos que continuem depois dela”, afirma Kallel Kopp, CEO da IS.ECO e estrategista de ESG do Na Praia.
Uma das principais frentes desta edição é o Instituto Fome de Música, iniciativa que nasceu como um projeto social do grupo R2 e, com o crescimento de sua atuação, transformou-se em uma organização dedicada a usar a força da música, da cultura e do entretenimento no combate à fome.
Essa nova fase amplia a capacidade do Fome de Música de construir parcerias, mobilizar artistas e empresas, acompanhar a destinação das doações e realizar ações em diferentes regiões do Brasil. No Na Praia, a campanha envolve ingresso solidário, arrecadação de alimentos, pontos de doação, comunicação com o público e parceria com o SESC Mesa Brasil.
O movimento ganhou ainda mais força com Bate no Peito, música oficial da Seleção Brasileira para a Copa de 2026. Os royalties da canção serão destinados ao Instituto Fome de Música e transformados em alimentos, ampliando o alcance da iniciativa em diferentes regiões do país.
Outro destaque é o Na Praia Social, principal iniciativa de democratização do acesso do grupo R2. A cada edição, instituições sociais são convidadas para viver um dia completo no complexo, com atividades de lazer, cultura, esporte, aprendizado e inclusão.
Ao longo de sua história, o projeto já proporcionou essa experiência a mais de 12 mil pessoas, entre crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência.
“Chegar à décima edição com uma agenda social e ambiental cada vez mais forte mostra que esse compromisso faz parte da história do Na Praia. Queremos que o festival seja lembrado não apenas pelos shows e experiências, mas também pelo que ele devolve para Brasília e para as pessoas”, destaca Eduardo Azambuja, vice-presidente de ESG do grupo R2.
Grupo R2: o Na Praia é reconhecido como o maior evento Lixo Zero certificado do mundo
Para as mulheres: o projeto Siga Segura oferece acompanhamento até o veículo, transporte por aplicativo ou ponto de embarque seguro
O Na Praia oferece atendimento especializado, áreas reservadas, interpretação em Libras, kits sensoriais e outros recursos para que pessoas com deficiência possam aproveitar o festival com conforto
Central de Acessibilidade do Na Praia
Registro do Na Praia Social
Registro do Na Praia Social
O Na Praia oferece atendimento especializado, áreas reservadas, interpretação em Libras, kits sensoriais e outros recursos para que pessoas com deficiência possam aproveitar o festival com conforto
O festival também fortalece as ações voltadas à segurança e ao acolhimento das mulheres. O projeto Siga Segura oferece acompanhamento até o veículo, transporte por aplicativo ou ponto de embarque seguro.
Já o Conta Comigo conta com uma equipe preparada para acolher pessoas em situações de assédio, discriminação, crises de ansiedade, sofrimento emocional ou outras vulnerabilidades.
A acessibilidade também faz parte dessa jornada. O Na Praia oferece atendimento especializado, áreas reservadas, interpretação em Libras, kits sensoriais e outros recursos para que pessoas com deficiência possam aproveitar o festival com mais autonomia, conforto e segurança.
Na frente ambiental, o Na Praia é reconhecido como o maior evento Lixo Zero certificado do mundo. A certificação é resultado de um trabalho que começa antes da abertura dos portões e envolve a redução de materiais descartáveis, coleta seletiva, triagem, reciclagem, compostagem, logística reversa e destinação correta dos resíduos gerados na montagem, durante o festival e na desmontagem.
Em 2024, o evento alcançou 97,69% de desvio de aterro, com mais de 103 toneladas de resíduos reciclados e 33 toneladas compostadas. O modelo também gera trabalho e renda para cooperativas de catadores e incentiva fornecedores, equipes e público a participarem dessa transformação.




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