Pix e o uso dos celulares consolidaram uma transição definitiva e forçam instituições a injetarem recursos recordes em tecnologia em 2026
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Impulsionado pela consolidação do Pix e pelo uso intenso de celulares, o ambiente digital já concentra a vasta maioria das transações do país. Diante desse cenário de mudança definitiva no comportamento do consumidor, os bancos preparam investimentos recordes em tecnologia para este ano. Os aportes bilionários serão focados em cibersegurança, inteligência artificial generativa e na otimização de equipes para sustentar essa transformação.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O relacionamento dos brasileiros com as instituições bancárias se dá, em boa parte, por meio dos canais digitais. Essa é a conclusão de uma nova pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O levantamento aponta que 83% das transações financeiras já são feitas pelas plataformas virtuais no país.
A primeira versão da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 foi elaborada pela Deloitte. A empresa de auditoria e consultoria empresarial identificou um uso expressivo dos celulares: das 240,8 bilhões de transações no ano passado, cerca de 78% foram efetuadas nos dispositivos móveis, um aumento de 11% em relação ao período anterior.
O estudo lançado na última sexta-feira, 26, aponta que, diante deste cenário inovador, os bancos preparam investimentos maciços em tecnologia. Juntos, esses aportes estratégicos devem somar 50,4 bilhões de reais só neste ano. Entre as prioridades para a alocação dos recursos estão a cibersegurança, o fomento da inteligência artificial generativa e a computação em nuvem.
As instituições também demonstram abertura para capacitar e ampliar as equipes responsáveis por operacionalizar o ecossistema digital. O objetivo é garantir a manutenção dessa transformação acelerada, impulsionada por ferramentas como o Pix, que registrou alta de 19% no mobile banking e 53% no internet banking. O sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central também lidera o crescimento nas maquininhas do comércio.
O diretor responsável pela pesquisa, Rodrigo Mulinari, avalia que a “conveniência digital transformou o relacionamento bancário em algo diário para a maioria dos brasileiros, tornando os canais físicos pontos de apoio para operações mais consultivas”.
Na prática, o novo estudo da Febraban evidencia uma transição definitiva para um modelo de negócios focado na eficiência operacional das redes e na experiência personalizada do usuário contemporâneo.


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