Levantamento no Rio de Janeiro testará os dois em primeiro e segundo turnos, além de medir rejeição, potencial de voto e grau de consolidação das escolhas
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Nova pesquisa Quaest vai aferir a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro, berço do bolsonarismo. O levantamento testará cenários de primeiro e segundo turnos para a Presidência, além de corridas para o governo estadual e Senado. Conheça os detalhes da metodologia e o que esperar dos resultados da sondagem.
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Uma nova pesquisa Quaest vai mostrar na próxima terça-feira, 8, como está a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro, berço político do bolsonarismo. O levantamento, que começa a ser realizado nesta sexta-feira, 4, testará os dois em cenários de primeiro e segundo turnos e medirá também o potencial de voto e a rejeição aos principais candidatos à Presidência.
A pesquisa ouvirá 1.302 eleitores fluminenses até segunda-feira, 7, às vésperas da divulgação. Além da corrida presidencial, o questionário traz cenários para o governo do Rio de Janeiro e para as duas vagas ao Senado, além de perguntas sobre identificação política e o grau de interesse do eleitor nas eleições.
A Quaest apresentará dois cenários estimulados para a Presidência. No primeiro estarão Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Pablo Marçal, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Rui Costa Pimenta, Samara e Wilson Grassi.
O segundo cenário terá os mesmos nomes, mas sem Pablo Marçal. Depois da primeira simulação, os eleitores que escolherem algum candidato serão questionados se consideram o voto definitivo ou se ainda podem mudar de posição até a eleição.
A pesquisa também medirá conhecimento, potencial de voto e rejeição aos 13 nomes testados. Para cada candidato, o entrevistado deverá dizer se nunca ouviu falar dele, se conhece e poderia votar ou se conhece, mas não votaria de jeito nenhum.
O único cenário presidencial de segundo turno previsto no questionário coloca Lula diretamente contra Flávio Bolsonaro. O eleitor poderá escolher um dos dois, declarar voto branco ou nulo, dizer que não iria votar ou afirmar que ainda está indeciso.
O confronto ganha peso particular por ser medido no Rio de Janeiro, estado onde a família Bolsonaro construiu sua trajetória política. O resultado permitirá observar como Lula e Flávio chegam à reta final da campanha entre os eleitores fluminenses.
A pesquisa também vai medir a corrida pelo Palácio Guanabara. O cenário de primeiro turno terá André Marinho, Coronel Busnello, Cyro Garcia, Douglas Ruas, Eduardo Paes, Garotinho, Juliete, Luan Monteiro e William Siri.
Além da intenção de voto, a Quaest perguntará se a escolha já é definitiva e qual seria a segunda opção do eleitor.
Dois cenários de segundo turno serão testados: Eduardo Paes contra Douglas Ruas e Eduardo Paes contra Garotinho. O levantamento ainda perguntará, independentemente da preferência do entrevistado, quem ele acredita que vencerá a eleição estadual.
O questionário vai perguntar espontaneamente aos eleitores quem acreditam que será o candidato apoiado por Flávio Bolsonaro ao governo do Rio e quem deverá receber o apoio do presidente Lula.
A formulação permitirá medir não apenas a intenção de voto para governador, mas também até que ponto os eleitores já associam os candidatos estaduais aos dois principais polos da disputa presidencial.
A Quaest também vai testar 16 nomes para as duas vagas de senador pelo Rio de Janeiro. Entre eles estão Benedita da Silva, Carlos Jordy, Carlos Portinho, Marcelo Crivella, Monica Benicio, Pedro Paulo e Waguinho.
Como cada eleitor poderá escolher dois senadores, o questionário fará uma primeira simulação de voto e, depois, apresentará novamente a lista para a escolha da segunda vaga, excluindo o nome escolhido inicialmente.
O levantamento também vai medir o potencial de voto e a rejeição aos candidatos e perguntar se as escolhas para o Senado já são definitivas ou ainda podem mudar.
Outro bloco da pesquisa permitirá medir a identificação política dos entrevistados. Eles poderão se classificar como lulistas, pessoas que não se consideram lulistas mas preferem ideias de esquerda, independentes, pessoas que não se consideram bolsonaristas mas preferem ideias de direita ou bolsonaristas.
A Quaest também vai perguntar se as pessoas que vivem no mesmo domicílio têm posições políticas muito, pouco ou nada parecidas com as do entrevistado.
O questionário ainda investigará quais fontes de informação mais pesam na escolha eleitoral, incluindo propaganda dos candidatos, debates e entrevistas na televisão, notícias, WhatsApp e Telegram, portais de notícias, redes sociais, influenciadores digitais e ferramentas de inteligência artificial.




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