O ministro da Defesa Nacional desloca-se na quinta-feira à Estónia para visitar o contingente militar português da NATO no país, que termina a sua missão d...

  Nuno Melo irá acompanhar a passagem de testemunho da Enhanced Air Policing 2026 da NATO, a missão rotativa de quatro meses da Aliança Atlântica que será agora assumida pela Turquia.

A missão de policiamento aéreo portuguesa no Báltico, que começou em 01 de abril e terminará oficialmente na sexta-feira, contou com um contingente de 95 militares apoiados por quatro caças F-16.

Portugal passará o comando desta missão à Turquia, após ter sucedido à Itália, numa missão que ganhou maior relevância nos últimos anos devido às incursões de drones e aviões russos no espaço aéreo da Aliança Atlântica.

A Força Aérea portuguesa chegou mesmo a intercetar várias aeronaves russas durante os quatro meses desta missão que a partir de 2014 passou a ser conduzida desde a base aérea de Amari, na Estónia.

O objetivo desta missão da Aliança Atlântica é contribuir para a segurança e dissuasão de ameaças aos Estados Bálticos, nomeadamente a Letónia, Lituânia e a Estónia.

Esta foi a nona missão de policiamento aéreo da NATO nos países bálticos em que Portugal participou, a segunda na Estónia, segundo as Forças Armadas portuguesas.

A Turquia assumirá agora esta missão entre agosto e novembro com cinco caças F-16 e 76 militares.

A missão de policiamento no Báltico da NATO é rotativa entre os membros da aliança e tem a periodicidade de quatro meses.

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