Por Luis Pedro Alcoforado. Com dívida, juros e gastos em alta, o país segue financiando desequilíbrios correntes e adiando as reformas que poderiam reduzir o risco fiscal e elevar a produtividade.

Quando olho para os números do primeiro semestre de 2026, me assusto com a atual condição macro-fiscal do Brasil. Em julho, a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) alcançou 82,5% do PIB, cerca de R$ 1…

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