Saiba levantamento da coluna GENTE com fontes do mercado publicitário

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A vida de promoter no Rock in Rio ficou complexa. Enquanto influencers e ex-BBBs das últimas edições aceitam cachês menores e mais flexibilidade, estrelas globais de novelas no ar cobram bem mais caro por aparições curtas e com poucas exigências. Saiba como funciona a negociação e veja a lista de valores estimados.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Não anda nada fácil a vida de promoter no Rock in Rio. Enquanto muito anônimo implora por um convite VIP para aparecer nos dias de festival, as celebridades costumam cobrar caro para dar as caras por lá. Na ausência delas, sobra para a chuva de incluencers e ex-BBBs, que são bem mais “baratinhos” na hora de fecharem acordos publicitários – muitas vezes sem grandes exigências. Detalhe: só vale ex-BBB se for dessa última edição. Das temporadas passadas, ninguém mais quer pagar. Há exceções, como Pedro Scooby e Douglas Silva, que têm profissões que transcendem o reality. O primeiro é surfista e o segundo, ator.

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Os influenciadores não só aceitam cachês bem mais em conta, como ficam a noite toda para cima e para baixo fazendo poses na frente de logos em neon. Já os globais que estão mais em evidência, principalmente os de novelas que estejam no ar, estipulam um tempo máximo que varia, em contrato previamente firmado, de 30 minutos a 2 horas para darem a cara nas fotos, sem exigência alguma de conceder entrevistas nos lounges parceiros. Essa, aliás, é uma tendência atual: dá entrevista quem quer. Sabendo, claro, que isso pode render mais exposição midiática.

A regra é simples. Quem não está no ar, como Rodrigo Lombardi e Marcos Pasquim, tem valor de mercado muito inferior do que aqueles que protagonizam novelas, como Lázaro Ramos e Leticia Colin. A atriz, que está em Quem ama cuida, é, até aqui, a mais desejada e mais bem paga do primeiro final de semana do evento (saiba valores estimados abaixo).

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Além do cachê, alguns fazem exigências como: carro particular e convite extra para seu staff (amigos, familiares e assessores). Cobra-se mais caro quando a ação não é só posar para fotos, mas “vestir a camisa” da empresa. Colocar um uniforme nas cores do produto, por exemplo, como se o look não fizesse parte da estratégia de marketing, também ajuda a aumentar o cachê final. Outra ação que ajuda a aumentar o passe na negociação é firmar acordo de exclusividade sobre a marca por um mês. Exemplo: se o ator/atriz fizer uma marca de cerveja, não pode firmar parceria com nenhuma outra marca do seguimento no período estipulado. São estratégias de negociação que passam pelos empresários e escritórios que comandam suas carreiras.

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Alguns desses nomes são tão concorridos que se pede exclusividade para uma marca A ou B por mais tempo; outros fazem uma “poupança” melhorzinha ao final da noite de festival, topando passar por vários lugares – tal como uma maratona de standes. Desde que aceitem posar felizes e contentes com todas as marcas, e depois registrar em seus perfis nas redes sociais. “Antigamente os cachês de estrelas estavam chegando a 300, 400 mil reais só para presença VIP. Algo impossível hoje em dia, num mercado repleto de Influencer disposto a migalhas. O dinheiro caiu, mas o nível também”, lamenta um empresário figurão que lida com nomes de peso da TV Globo.

A seguir, o levantamento exclusivo da coluna GENTE com diferentes fontes do mercado publicitário para entender quanto vale a contratação de celebridades para uma marca em evento de grande porte, como o Rock in Rio. O preço cobrado, por motivos óbvios, não é confirmado oficialmente pelas marcas contratantes nem pelos contratados. Há quem tema desvalorização da imagem perante a comparação com os demais.