Embora os dois estejam tecnicamente empatados no segundo turno, um dado se mostrou positivo para o presidente no levantamento

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Nova pesquisa BTG/Nexus revela que, para 54% dos entrevistados, Lula será o vencedor da eleição, contra 36% que apostam em Flávio Bolsonaro. Essa percepção contrasta com o cenário de empate técnico nas intenções de voto, mostrando uma diferença significativa entre o desejo e a expectativa do eleitorado.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

A nova pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 21, mostra uma diferença expressiva entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro quando a pergunta deixa de ser em quem o eleitor pretende votar e passa a medir quem ele acredita que vencerá a eleição presidencial. Para 54% dos entrevistados, Lula será o vencedor do pleito, enquanto 36% apostam em uma vitória de Flávio. A distância entre os dois chega, portanto, a dezoito pontos percentuais.

O resultado chama atenção porque aparece em uma rodada na qual a disputa direta entre os dois continua apertada. Em uma eventual simulação de segundo turno, Lula registra 46% das intenções de voto e Flávio, 45%, diferença de apenas 1 ponto percentual e dentro da margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos. No primeiro turno estimulado, o presidente tem 40% e o senador, 37%, também em situação de empate técnico.

Independentemente da própria intenção de voto, mais da metade dos entrevistados, 54%, aponta Lula como provável vencedor da eleição. Flávio é citado por 36%, enquanto Augusto Cury e Renan Santos aparecem com 1% cada. Outros candidatos não chegam a 1%, e 8% não sabem ou não responderam.

A pergunta é diferente da intenção de voto. O entrevistado não precisa indicar sua preferência, mas apenas responder quem acredita que terminará a eleição como vencedor. O dado mede, portanto, a percepção do eleitorado sobre o desfecho da disputa e não constitui uma previsão sobre o resultado.

Entre os entrevistados que dizem votar em Lula no primeiro turno, 94% acreditam que o presidente vencerá a eleição. Apenas 2% desse grupo apontam Flávio como provável vencedor, enquanto 4% não sabem ou não responderam.

Entre os eleitores de Flávio, a confiança na vitória do próprio candidato é menor. Nesse grupo, 81% acreditam que o senador será eleito, enquanto 13% apontam Lula como vencedor. Outros 5% não sabem ou não responderam.

A percepção de vitória de Lula também aparece entre parte dos eleitores que hoje escolhem candidatos fora da dupla que lidera a disputa. Entre os eleitores de Augusto Cury, 63% acreditam que Lula vencerá, contra 15% que apontam Flávio e 7% que apostam na vitória do próprio escritor.

Entre os eleitores de Ronaldo Caiado, 60% acreditam na vitória de Lula, 26% apontam Flávio e 6% esperam a eleição do próprio governador. No eleitorado de Renan Santos, Flávio é apontado como vencedor por 41%, Lula por 37% e o próprio Renan por 20%. Entre os eleitores de Zema, 43% apostam em Flávio, 30% em Lula e 16% no governador mineiro.

A diferença entre expectativa de vitória e intenção de voto é ampla. Enquanto Lula aparece 18 pontos à frente de Flávio na pergunta sobre quem vencerá a eleição, a simulação de segundo turno mostra apenas 1 ponto entre os dois: 46% a 45%, em empate técnico.

Na rodada anterior, que trabalhamos aqui, Lula tinha 47% e Flávio, 46%. Agora, os dois oscilaram 1 ponto para baixo e mantiveram a mesma distância numérica. O confronto direto, portanto, permanece praticamente estável, ao mesmo tempo em que a percepção sobre quem vencerá mostra vantagem mais ampla para Lula.

A expectativa de vitória ocorre em um cenário de forte consolidação das duas principais candidaturas. No primeiro turno, 92% dos eleitores de Flávio dizem que sua decisão já está tomada e não vai mudar, ante 90% entre os eleitores de Lula. No conjunto dos entrevistados que escolheram algum candidato, 84% afirmam ter voto definitivo.

No eventual segundo turno, os índices são ainda maiores. Entre os que escolhem Lula, 94% dizem que não pretendem mudar; entre os eleitores de Flávio, são 93%. Os percentuais ajudam a dimensionar o grau de consolidação da disputa apesar da diferença observada na expectativa de vitória.

A 15ª rodada da pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.006 pessoas por telefone entre os dias 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00485/2026.

VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.