Senador é citado por 19% dos eleitores que admitem trocar de candidato até o primeiro turno; Augusto Cury e Lula aparecem com 15% cada
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Nova pesquisa BTG/Nexus revela Flávio Bolsonaro como principal segunda opção de voto, com 19% dos eleitores que admitem mudar de candidato. O levantamento também indica uma consolidação do eleitorado, com 84% já decididos. A disputa entre Lula e Flávio se intensifica, com análises sobre a firmeza dos votos e o teto de cada um.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Flávio Bolsonaro aparece como a principal segunda opção de voto entre os eleitores que ainda admitem mudar de candidato até o primeiro turno, segundo a nova pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 21. Entre os 15% que dizem que sua escolha ainda pode mudar, 19% apontam o senador do PL como alternativa caso abandonem o candidato em que pretendem votar atualmente.
Na sequência aparecem Augusto Cury e Luiz Inácio Lula da Silva, ambos com 15%, e Ronaldo Caiado, com 14%. Renan Santos é citado por 11%, Samara por 7% e Romeu Zema por 4%. Outros candidatos aparecem com percentuais de 1% ou menos, enquanto 6% dizem que votariam em branco ou nulo e 7% não sabem ou não responderam.
O movimento de Flávio chama atenção na comparação com a rodada anterior da BTG/Nexus. Naquele levantamento, feito uma semana antes, o senador era apontado como segunda opção por 12% dos eleitores que admitiam mudar de voto. Agora, chega a 19%, uma diferença numérica de 7 pontos percentuais.
Na rodada anterior, Augusto Cury aparecia com 17%, Lula com 14%, Caiado com 13% e Flávio com 12%. O novo levantamento coloca o senador à frente nesse recorte específico, enquanto Cury passa para 15%, Lula também chega a 15% e Caiado registra 14%.
O espaço para mudanças, porém, diminuiu. Entre os entrevistados que escolheram algum candidato no primeiro turno, 84% afirmam que sua decisão já está tomada e não vai mais mudar. Outros 15% admitem que ainda podem trocar de nome e 1% não sabe ou não respondeu.
Na pesquisa anterior, 83% diziam ter uma escolha definitiva e 17% admitiam mudança. A oscilação indica um eleitorado cada vez mais consolidado à medida que o primeiro turno se aproxima, embora ainda exista uma parcela capaz de alterar a distribuição das intenções de voto.
Entre os dois candidatos que lideram a disputa, Flávio registra 92% de eleitores que dizem não mudar mais de escolha, enquanto 8% admitem uma possível troca. No eleitorado de Lula, 90% afirmam estar decididos e 10% ainda consideram mudar de candidato.
A diferença é pequena, mas ocorre justamente quando Flávio também aparece com o maior percentual entre as segundas opções dos eleitores ainda disponíveis. Os dois dados medem aspectos diferentes: um revela a firmeza do eleitorado atual, e o outro mostra para onde podem migrar aqueles que ainda não fecharam definitivamente o voto.
Com base na firmeza do voto e nas segundas opções declaradas, a Nexus calcula pisos e tetos para os principais candidatos. Lula, que registra 40% no cenário estimulado, tem piso de 36% e teto de 42%. Flávio, hoje com 37%, aparece com piso de 34% e teto de 40%.
Augusto Cury varia de 2% a 9%, Caiado de 3% a 7% e Renan Santos de 2% a 5%. O cálculo do teto considera tanto os votos atuais quanto as possíveis migrações dos eleitores que dizem poder mudar de candidato e indicam uma segunda opção.
A 15ª rodada da pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.006 pessoas por telefone entre os dias 18 e 20 de setembro. O levantamento tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00485/2026.
VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.




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