Comissão apura votos na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Pernambuco (OAB-PE) - Sandokan Xavier/OAB-PE A lista sêxtupla de advogados que disputam a vaga de desembargador pelo Quinto Constitucional foi apresentada ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) pela Seccional pernambucana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE), nesta terça-feira (6). Com uma advogada no topo do pleito, o documento foi encaminhado ao TJPE após a sessão que apurou os votos. Neste ano, o processo foi realizado 100% de forma digital.
Após a aplicação das cotas exigidas e a formalização da Comissão, a lista sêxtupla eleita ficou assim: Janielly Nunes — 6.829 votos; Leonardo Oliveira — 5.460 votos; Diana Câmara — 5.359 votos; Isabela Lessa — 4.759 votos; Henrique Seixas — 4.561 votos e Eliel Gomes — 2.036 votos. A votação online foi realizada das 9h até as 17h desta terça e registrou 14.825 participações de todo o estado. A Comissão Eleitoral do Quinto Constitucional apurou os votos na sede da OAB-PE, no bairro de Santo Antônio, no Centro do Recife. Próximos passos O documento com os seis nomes foi encaminhado ao TJPE. O tribunal deve reduzir a lista a três candidatos e encaminhá-la para a governadora Raquel Lyra (PSD), que escolherá o nomeado. Apenas um desembargador ou uma desembargadora será selecionado para ocupar o cargo no Judiciário. Quinto Mecanismo previsto no artigo 94 da Constituição Federal, o Quinto Constitucional prevê que 20% das vagas nos tribunais sejam destinadas a profissionais externos à magistratura. Bruno Baptista, presidente da Comissão Eleitoral do Quinto Constitucional da OAB-PE, aponta a importância do mecanismo para a advocacia e para a sociedade como um todo. “Isso permite que a magistratura, no segundo grau, seja oxigenada com integrantes de outras carreiras. (Permite) que advogados, militantes, aqueles que lutam todos os dias no balcão, possam estar representados lá também, passando a ocupar essa função de magistrados. Então, é muito importante para advocacia e pra sociedade, porque permite uma representatividade maior daqueles que estão do outro lado do balcão, que conhecem as agruras do cliente, do constituído e podem auxiliar o Judiciário na busca de soluções mais efetivas”, explicou.




0 Comentário(s)
Deixe seu comentário