Cláudia do Batom (Novo), irmã da mulher que pichou estátua do Supremo, diz que 'Supremo é uma vergonha para o Brasil'

Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique

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Familiares e apoiadores dos presos do 8 de janeiro, alguns inclusive candidatos, aproveitaram a sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) desta terça-feira (15) para atacar a Suprema Corte e defender a anistia aos presos.

O STF decide se vai abrir uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes após a divulgação de troca de mensagens com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Uma das que estavam na área central de Brasília é Cláudia do Batom (Novo), candidata a deputada federal por São Paulo e irmã de Débora Rodrigues, que ficou conhecida como Débora do Batom após pichar a estátua da Justiça que fica em frente à Suprema Corte.

Em um vídeo postado nas redes, Cláudia cita as discussões entre os ministros do STF, diz que há uma guerra aberta entre os gabinetes e que o Supremo é uma "vergonha para o Brasil".

"Isso não é normal, gente. A crise é muito maior, de uma instituição que concentrou poder demais, não criou mecanismos para controlar seus próprios integrantes. A Suprema Corte não pode continuar funcionando dessa forma", afirma.

Ao lado dela estava Epaminondas Nunes Junior, que diz ter perdido a visão após levar um tiro de bala de borracha no olho no dia dos ataques contra as sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.

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Apoiadores dos presos levaram bandeiras e gravaram vídeos em frente ao Supremo pedindo a anistia aos condenados e o impeachment de Moraes. O prédio foi reforçado com a segurança de policiais militares durante o julgamento.

Uma mulher levantou o livro da Constituição em frente ao prédio da Suprema Corte. Uma faixa ainda dizia: "o Supremo é o povo".