Romeu Zema (Novo) foi cotado como candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Ronaldo Caiado (PSD). Plano, no entanto, não seguiu
Uma articulação nos bastidores para que o presidenciável do Novo, Romeu Zema, fosse vice de Ronaldo Caiado (PSD) ocorreu antes de Gilberto Kassab, presidente do PSD, decidir formar uma chapa puro-sangue. Embora tenha circulado a tratativa, a possibilidade nunca foi oficializada nem pelo PSD nem pelo Novo.
A hipótese perdeu força pela aproximação entre Novo e PL nos estados do Sul. É o caso do deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), que disputará uma vaga ao senado em coligação da sigla com o PL; Adriano Silva (Novo), que será vice na chapa do candidato Jorginho Mello (PL) à reeleição ao governo de Santa Catarina; Deltan Dallagnol (Novo-PR), anunciado pré-candidato ao Senado em evento de filiação de Sergio Moro ao PL; e do candidato a deputado federal Jeffrey Chiquini (Novo-PR), que manifesta apoio a Flávio Bolsonaro (PL).
“Vim para o Novo para montar um núcleo conservador no partido. Eles me liberaram, inclusive, para apoiar o Flávio (Bolsonaro) desde o primeiro turno”, diz Chiquini, advogado criminalista que atuou na defesa de investigados pelos atos de 8 de Janeiro.
O candidato a vice de Romeu Zema (Novo) ainda não foi definido. Entre os nomes cogitados estão Joaquim Barbosa (DC) e Eduardo Girão (Novo).
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