Antes associados a casas antigas, revestimentos vermelhos voltam a aparecer em projetos de cozinhas, salas e banheiros

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Pisos de cozinhas, salas e banheiros são, cada vez mais, coloridos de vermelho. Não por acaso, vídeos publicados nas redes sociais mostram diversas pessoas aderindo ao “piso de avó” em suas reformas.

Revestimentos de caquinhos de cerâmica, resina ou madeira na cor vermelha fizeram sucesso entre as décadas de 1940 e 1980 e, por isso, hoje costumam ser associados a casas antigas.

Com a estética retrô novamente em alta, o piso vermelho se tornou uma opção para quem busca ambientes mais aconchegantes, coloridos e fora do comum em casa. Neste texto, reunimos inspirações de diferentes espaços que apostam no vermelho no piso para te inspirar.

O piso vermelho-coral, sem rodapé, emendas ou separações, é destaque neste apartamento de arquitetura contemporânea. Na decoração, cores como verde-oliva, azul pastel e rosa-bebê são utilizadas para tornar o ambiente ainda mais agradável.

Este banheiro de uma casa modernista brasileira dos anos 1950 conta com janela de ferro com vidro canelado, parte elétrica em conduíte aparente e batente de madeira maciça.

Além desses elementos, o destaque vai para a cuba azul-celeste, o verde nos azulejos e o piso em hexágono vermelho. Há um contraste de cores dessaturadas, o que oferece mais harmonia.

Entre os pisos vermelhos que mais fizeram sucesso, o de cerâmica e formato retangular, assentado em paralelo, é uma das opções mais sofisticadas. Nesta cozinha reformada, ele dá impacto às estruturas metálicas, às tubulações pintadas e à alvenaria irregular.

A lareira de mármore preto, a parede branca e os móveis neutros deixam de ser básicos quando são combinados com o piso vermelho. Ele, aliás, aparece em formato hexagonal, com peças menores e assentado com rejunte claro.

Neste apartamento de arquitetura francesa, o piso vermelho e cinza em xadrez diagonal está na cozinha. A decoração é uma combinação de retrô e maximalista, com fogão esmaltado, mesa de fórmica amarela e banqueta vermelha.

Na direção oposta, esta arquitetura é brutalista-contemporânea. Ela tem uma laje de concreto aparente, com marcas expostas, iluminação embutida em trilho, dutos à mostra e marcenaria reta, sem puxadores.

O grande destaque vai para as cores, já que há o piso vermelho e o azul-marinho nos armários. A cerâmica esmaltada vermelha em grande formato é mais uma das tendências de chão deste ano.

O apartamento de arquitetura nórdica tem pé-direito alto e conta com mobiliário mid-century dinamarquês, sendo a estante modular, a cadeira safari e a mesa baixa os destaques. O piso vermelho, neste caso, é um assoalho de madeira pintado com tinta de alto brilho, o que oferece ao ambiente mais cor.

O mosaico de cacos cerâmicos é feito de restos de pisos quebrados, assentados aleatoriamente com rejunte, uma técnica conhecida como caquinho.

No Brasil, há uma tradição de usar a técnica na cor vermelha. Ela voltou à moda por conversar com o interesse pelo reaproveitamento e por ter uma irregularidade que torna espaços externos menos caretas.

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