Polícia Científica faz mutirão para coletar amostras genéticas A Polícia Científica do Pará (PC-PA) está realizando um mutirão de coleta de amostras genéticas. A Campanha de Mobilização Nacional para Coleta de Amostras Genéticas de Familiares de Pessoas Desaparecidas iniciou na segunda-feira (24) e segue até a próxima sexta (28) em Belém, A iniciativa usa a tecnologia da genética forense para localizar pessoas desaparecidas e solucionar casos antigos e recentes.
Por Redação g1 Pará e TV Liberal — Belém
25/08/2026 00h00 Atualizado 25/08/2026
A Polícia Científica do Pará iniciou nesta segunda-feira (24) um mutirão de coleta de DNA em Belém.
A ação busca identificar pessoas desaparecidas usando genética forense.
Os perfis genéticos serão enviados para os bancos de dados estadual e nacional.
Os dados cadastrados são cruzados continuamente com amostras de pessoas vivas encontradas e de falecidos sem identificação. O processo auxilia na resolução de casos.
Polícia Científica faz mutirão para coletar amostras genéticas
A Polícia Científica do Pará (PC-PA) está realizando um mutirão de coleta de amostras genéticas.
A Campanha de Mobilização Nacional para Coleta de Amostras Genéticas de Familiares de Pessoas Desaparecidas iniciou na segunda-feira (24) e segue até a próxima sexta (28) em Belém,
A iniciativa usa a tecnologia da genética forense para localizar pessoas desaparecidas e solucionar casos antigos e recentes.
A ação é realizada na sede da Polícia Científica, no bairro do Mangueirão, das 8h às 17h. Qualquer pessoa que tenha registrado desaparecimento de algum familiar pode participar (veja os critérios mais abaixo).
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Como funciona o cruzamento de dados?
Durante a mobilização, os familiares de pessoas desaparecidas podem fornecer material biológico para a extração de perfis genéticos. Essas informações são processadas e inseridas no Banco Estadual de Perfis Genéticos e, posteriormente, enviadas ao Banco Nacional.
A partir desse registro, os dados são cruzados continuamente com amostras de pessoas encontradas vivas e também de pessoas falecidas que deram entrada no sistema de segurança pública sem identificação.
Elzamar Rodrigues, gerente do Laboratório de Genética Forense da PC-PA, reforça a importância da mobilização dos familiares no processo de identificação.
"Essa mobilização já conseguiu identificar aproximadamente 700 indivíduos. O estado do Pará também já conseguiu identificar familiares que estavam em outros estados.", destaca a gerente.
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O que é necessário para doar a amostra?
O procedimento de coleta é simples, rápido e indolor, realizado preferencialmente por meio da coleta de saliva na parte interna da bochecha. Para participar do mutirão, é necessário:




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