Infância despedaçada: como curar o trauma do abuso sexual? A Polícia Civil investiga um caso de estupro de vulnerável dentro de uma escola estadual em Hortolândia (SP). Segundo a família da vítima, a adolescente de 16 anos possui diagnóstico de Transtorno do Especto Autista (TEA) e teria sido abusada por outro adolescente no banheiro da unidade. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo informou que o caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM)

Por g1 Campinas e Região

26/06/2026 17h15 Atualizado 26/06/2026

A Polícia Civil investiga a suspeita de estupro de uma adolescente de 16 anos com autismo em uma escola estadual de Hortolândia.

O caso ocorreu em 19 de junho e foi denunciado na segunda-feira (22). A DDM aguarda o laudo pericial e analisa imagens de câmeras.

Segundo o boletim, a menina relatou o abuso para uma professora. As câmeras registraram um estudante entrando com ela no banheiro por 4 minutos.

A Secretaria da Educação acionou os responsáveis e o Conselho Tutelar. Os estudantes estão sendo acompanhados pelo programa Psicólogos nas Escolas.

Infância despedaçada: como curar o trauma do abuso sexual?

A Polícia Civil investiga um caso de estupro de vulnerável dentro de uma escola estadual em Hortolândia (SP). Segundo a família da vítima, a adolescente de 16 anos possui diagnóstico de Transtorno do Especto Autista (TEA) e teria sido abusada por outro adolescente no banheiro da unidade.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo informou que o caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Hortolândia, que instaurou um ato infracional com distribuição à Vara da Infância e Juventude.

"A autoridade aguarda o laudo pericial e analisa imagens de câmeras da escola para o completo esclarecimento dos fatos", disse, em nota.

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O caso ocorreu no dia 19 de junho e foi denunciado à Polícia Civil na segunda-feira (22). O g1 teve acesso ao registro da ocorrência nesta sexta (26).

Segundo o registro feito pelo pai da adolescente, a menina teria relatado o abuso à professora, e a família foi acionada.

A diretora teria informado que pelas câmeras foi possível constatar o momento em que um estudante entra com a jovem no banheiro e permanece por cerca de 4 minutos.

Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Hortolândia (SP) — Foto: Rafael Castro/EPTV

O que diz a Secretaria de Educação

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação afirmou que a Unidade Regional de Ensino (URE) de Sumaré "repudia todo e qualquer ato de abuso ou assédio, dentro ou fora do ambiente escolar".

"Assim que tomou conhecimento, a direção da escola acionou os responsáveis pelos estudantes e informou ao Conselho Tutelar", diz.

A pasta destacou ainda que o caso inserido na plataforma do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva SP) e "os estudantes estão sendo acompanhados pela equipe regional em conjunto com os profissionais do programa Psicólogos nas Escolas, que têm oferecido todo o apoio necessário".

"A URE de Sumaré e a gestão da escola estão à disposição das autoridades competentes para contribuir com as investigações", complementa a pasta.