Seleção asiática domina totalmente a partida e assume a segunda colocação no Grupo F; tunisianos estão eliminados

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21.jun.2026 às 3h04 Atualizado: 21.jun.2026 às 3h39

Em um jogo em que mostrou maior qualidade técnica e um ataque envolvente e eficiente, o Japão atropelou a Tunísia por 4 a 0 na madrugada deste domingo (21) no estádio BBVA, em Monterrey (México), em confronto válido pelo Grupo F da Copa do Mundo.

Com o resultado, o Japão assume a segunda colocação do grupo, com 4 pontos, os mesmos da líder Holanda, mas perde nos gols marcados (7 a 6). Já a Tunísia amarga a lanterna, zerada, e está eliminada. A Suécia é a terceira, com 3 pontos.

Na próxima rodada, os japoneses enfrentarão os suecos enquanto os holandeses pegarão os tunisianos, ambos às 20h (de Brasília) da quinta-feira (25).

Se o Brasil ficar em primeiro no Grupo C e o Japão confirmar a segunda posição no F, os dois países se enfrentarão na fase de 32 seleções, a primeira do mata-mata. Caso os asiáticos percam o próximo jogo, os adversários serão, nesse cenário, os suecos ou os holandeses.

Além do placar elástico, o duelo também vai ficar marcado por ser o jogo de número mil na história das Copas, segundo os dados da Fifa.

A disputa começou com pressão total do Japão, que teve cinco chances de gol nos primeiros 9 minutos.

Logo no primeiro lance, Ueda dominou na área e caiu ao receber a marcação de Skhiri. O árbitro romeno István Kovács esperou a conferência do VAR, mas depois mandou o jogo seguir.

Aos 3min saiu o primeiro gol. Em ataque pela esquerda, Nakamura recebeu na área, driblou o marcador e cruzou rasteiro para Kamada completar na pequena área.

Aos 5min e aos 8min, a seleção asiática chegou novamente com perigo ao gol de Dahmen. E aos 9min o segundo gol não saiu por milímetros.

Ueda chutou rasteiro da entrada da área, e o goleiro caiu e salvou quando a bola pareceu ter claramente cruzado a linha da meta, mas o VAR mostrou a imagem digitalizada por inteligência artificial indicando que a bola estava milímetros em cima da linha. Portanto, não foi gol.

Com mais esse susto, a Tunísia esboçou uma pequena pressão, mas não conseguiu superar a bem posicionada defesa nipônica.

O Japão, por outro lado, manteve o toque de bola envolvente e chegou ao segundo gol aos 30min, com Ueda. Ele recebeu na intermediária, foi avançando, sem a marcação pressionar, e chutou da entrada da área, cruzado, no canto direito de Dahmen.

A eficiência japonesa pode ser confirmada nas estatísticas do primeiro tempo. A seleção deu cinco chutes a gol: três atingiram a meta e dois foram para a rede. Já a Tunísia chutou apenas duas vezes, sem atingir o gol.

No segundo tempo, o técnico da Tunísia, Hervé Renard, adiantou a marcação de sua seleção e conseguiu equilibrar as ações e pressionar um pouco a defesa rival, mas ainda sem levar real perigo ao goleiro Zion Suzuki.