Poucos temas irritam tanto os motoristas californianos quanto abastecer o carro, especialmente agora que a tecnologia entra no centro da cobrança.
Poucos temas irritam tanto os motoristas californianos quanto abastecer o carro, especialmente agora que a tecnologia entra no centro da cobrança.
A gasolina regular aparece a US$ 5.56 (R$ 29) o galão de 3,78 litros, a intermediária a US$ 5.788 (R$ 30) e a premium a US$ 5.95 (R$ 31).O valor é equivalente a cerca de R$ 7,90 por litro.
Moradores da Califórnia afirmam que grandes redes de postos teriam usado um sistema compartilhado para alinhar preços exibidos.A ação foi apresentada em 22 de junho na esfera federal em Sacramento e revelada primeiro pela Bloomberg.Entre os nomes citados estão Walmart, Marathon Petroleum, BP, 7-Eleven e a Kalibrate Fuel Systems, fornecedora de software para precificação de combustíveis.
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A acusação sustenta que o uso de inteligência artificial teria reduzido a disputa real entre redes que deveriam definir seus preços separadamente.Os autores dizem que o sistema ajudou operadores a elevar a gasolina em até US$ 0.22 (R$ 1) por galão.EnqueteUso de IA em postos para alinhar preços na Califórnia custa caro: como deve ser a regulação?Vote e veja o resultado em tempo real. Deixar como está, preço deve reagir ao mercado 0%
Criar regras rígidas para impedir algoritmos compartilhados 0%
Ficar no meio-termo: transparência e auditoria periódica 0%
Multas e indenizações automáticas se houver cartel 0%
Proibir o uso de IA na precificação de combustíveis 0%5 votosPara o diesel, a alta atribuída ao mesmo mecanismo teria chegado a US$ 0.33 (R$ 2) por galão.Cada centavo adicional nos combustíveis custaria aos motoristas da Califórnia cerca de US$ 134 milhões (R$ 691,7 milhões) por ano.A frase citada pelo The Guardian afirma que famílias enfrentam dificuldade para bancar o deslocamento ao trabalho enquanto as empresas reduzem a concorrência.
O trecho também acusa os envolvidos de formar uma rede movida por inteligência artificial para manter a gasolina artificialmente cara em qualquer posto.
A relevância do caso vai além dos combustíveis, porque pode testar de forma inédita o papel da IA na formação de preços.O centro da disputa é a AB 325, lei aprovada na Califórnia em 2025 para limitar algoritmos compartilhados de precificação.Essa norma busca coibir ferramentas capazes de favorecer condutas anticoncorrenciais quando empresas rivais usam informações semelhantes para definir valores ao consumidor.A ação deve estar entre os primeiros grandes desafios baseados nessa nova legislação estadual e pede compensação para motoristas que teriam pago a mais.Autoridades californianas já haviam enviado intimações a operadores de postos semanas antes, dentro de uma apuração sobre combustíveis caros no estado.
Por enquanto, as alegações ainda precisam ser comprovadas, e o desfecho dependerá da análise de dados, contratos e uso efetivo da plataforma.A Kalibrate afirma em seu site que cada instância de IA de seus clientes opera separadamente, sem dados, modelos ou interação entre concorrentes.


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