A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de alta da abertura, com 12 "papéis" do PSI a valorizarem-se, liderados pelos da Ibersol, que subiam 1,61% para 10...

A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de alta da abertura, com 12 'papéis' do PSI a valorizarem-se liderados pelos da Ibersol, que subiam 1,61% para 10,10 euros.

Cerca das 09:10 em Lisboa, o PSI subia 0,38% para 9.409,56 pontos, com 12 empresas a subir, duas a descer (Galp, -057% para 22,52 euros e Navigator, -0,13% para 3,05 euros) e duas a manter a cotação (BCP em 1,12 euros e Teixeira Duarte em 0,44 euros).

Às ações da Ibersol seguiam-se as da Altri, EDP Renováveis e NOS, que valorizavam 1,16% para 4,35 euros, 0,90% para 12,32 euros e 0,76% para 5,31 euros.

Mais moderadamente, a Corticeira Amorim, Jerónimo Martins e CTT avançavam 0,75% para 6,74 euros, 0,67% para 17,95 euros e 0,63% para 5,60 euros.

A EDP, Sonae e Semapa subiam 0,56% para 4,86 euros, 0,48% 2,11 euros e 0,31% para 19,40 euros.

As outras duas empresas que se valorizavam eram a REN (0,28% para 3,57 euros) e a Mota-Engil (0,17% para 4,72 euros).

Na Europa, as principais bolsas abriram hoje mistas, perante as dúvidas geradas pela inteligência artificial (IA), atentas aos dados da inflação da zona euro e da produção industrial nos EUA.

O euro estava em alta ligeira face ao dólar, acima de 1,12 dólares, e valorizava-se 0,20% para 1,1243 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, depois de cair até 1,115 na quarta-feira, após a publicação de um IPC nos EUA, maior do que o esperado.

Os valores tecnológicos, em linha com o que ocorreu esta madrugada nas principais bolsas asiáticas, tentarão recuperar parte do que foi perdido nas últimas sessões.

A diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, insistiu que "muitos países têm dívida excessiva" e instou os bancos centrais a priorizar a estabilidade de preços, enquanto o presidente da Reserva Federal dos EUA (Fed), Kevin Warsh, assegurou que a IA "mudará profundamente a conduta da política monetária", pois ajudará os bancos centrais a "analisar melhor os dados".

Entretanto, o gigante de Taiwan de semicondutores TSMC confirmou que estuda colaborar com o projeto Terafab do magnata norte-americano Elon Musk no Texas (EUA), embora tenha advertido que qualquer fábrica em que participe deverá ficar sob sua gestão.

O petróleo registra quedas, com o preço do contrato genérico de barril de Brent, de referência na Europa, a descer 0,71% para 105,17 dólares.

Os combates na Arábia Saudita recrudescem, com o exército do Iémen e os huthis, os rebeldes aliados do Irão, a informarem separadamente sobre o derrube de drones em ataques cruzados.

Numa sessão em que o interesse se concentra no dado da inflação da zona euro em setembro, que será conhecido às 10:00 em Lisboa, os futuros dos índices norte-americanos registam avanços de 0,21% para o Dow Jones e de 0,15% para o tecnológico Nasdaq, depois de terem terminado em alta na véspera.

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