Voluntários e paramédicos observam equipes de resgate realizar testes acústicos em busca de sobreviventes em prédio que desabou em terremoto, em Caraballeda, no estado de La Guaira, Venezuela Juan Barreto/AFP Andrea Canónico concentrou-se em sua respiração para conseguir manter a calma sob os escombros de um prédio na Venezula. Enquanto isso, Moisés Faramaya usava sua experiência como minerador para salvar pessoas soterradas no local. ✅ Siga o canal de notícias internacio
Voluntários e paramédicos observam equipes de resgate realizar testes acústicos em busca de sobreviventes em prédio que desabou em terremoto, em Caraballeda, no estado de La Guaira, Venezuela — Foto: Juan Barreto/AFP
Andrea Canónico concentrou-se em sua respiração para conseguir manter a calma sob os escombros de um prédio na Venezula. Enquanto isso, Moisés Faramaya usava sua experiência como minerador para salvar pessoas soterradas no local.
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Andrea, 23, esperou por quase 48 horas para ser socorrida, após os dois terremotos da semana passada. Agora, ela espera que seu irmão, 20, e sua tia, 91, possam ser resgatados.
Quase uma semana após a tragédia na Venezuela, a esperança de ainda encontrar sobreviventes é diminuta. Na segunda-feira (29) apenas três pessoas foram resgatadas com vida, e um menino foi retirado dos escombros até a tarde de terça (30).
'Não me desesperei'
"O principal de tudo foi que eu não me desesperei", contou Andrea à agência AFP, em Los Corales, no estado de La Guaira, epicentro dos terremotos. "Pensei: 'Vou dormir.' Certamente vai continuar tremendo. Vou ficar tranquila, não vou me desesperar por causa da respiração."




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