A ausência de um disco na edição física e uma versão de colecionador de 400 euros, sem jogo, estão a alimentar a polémica em torno de GTA VI.

A decisão da Rockstar Games de não incluir um disco na edição física de Grand Theft Auto VI está a gerar debate entre jogadores e retalhistas. Embora o título possa ser adquirido em formato físico nas lojas, a embalagem não inclui um suporte físico com o jogo. Em vez disso, os jogadores recebem um código que deve ser resgatado digitalmente através das plataformas PlayStation ou Xbox para descarregar GTA VI. Apesar da desilusão dos fãs pela decisão do estúdio, o jogo continua a acumular números expressivos em pré-reservas.

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Esta opção significa que a chamada edição física funciona essencialmente como uma caixa de coleção contendo uma licença digital. Esta abordagem tem sido alvo de críticas por parte de jogadores que associam o formato físico à posse de um disco, bem como por consumidores preocupados com a preservação dos videojogos e com a possibilidade de revenda ou empréstimo das suas cópias. Uma vez ativado, o jogo fica associado à conta utilizada no momento do resgate, não existindo um suporte físico que possa ser utilizado de forma independente. Alguns retalhistas, incluindo a Video Games Plus e a Loot Box Gaming, optaram mesmo por não comercializar o jogo devido à ausência de disco na embalagem.

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