Em paralelo à alta dos feminicídios no país, que atingiram o maior número da série histórica segundo os dados levantados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública [1], o Ministério das Mulheres divulgou no último mês que a Central de Atendimento à Mulher (…
Em paralelo à alta dos feminicídios no país, que atingiram o maior número da série histórica segundo os dados levantados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública [1], o Ministério das Mulheres divulgou no último mês que a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) registrou mais de um milhão de atendimentos nos sete primeiros meses de 2026 — um volume que já equivale a 95% de todo o alcançado ao longo de 2025 [2].
Desses dados, um recorte chama atenção: cerca de 20% dos protocolos de atendimento pelo Ligue 180 em 2026 envolvem contextos de violência não abrangidos pela Lei 11.340/2006, ou seja, práticas de violência que ocorrem fora do âmbito doméstico, familiar ou íntimo da vítima.




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