Ronickson Pimentel, baleado na cabeça no último dia 27, deixa os sedativos, mas segue sob acompanhamento médico
Compartilhar matériaO tenente da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e irmão mais velho de Eloá Pimentel, Ronickson Pimentel dos Santos, baleado em 27 de junho, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, apresenta uma evolução no tratamento.
Segundo a família, Ronickson teve todos os sedativos suspensos e apresenta resposta a estímulos.
O tenente segue com uso de antibióticos para tratar e prevenir qualquer foco de infecção, mas não apresenta mais febre.
Com os sedativos suspensos, ele deve começar a despertar de forma lenta e progressiva.
Ronickson está internado no Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.
O ataque ao policial ocorreu na manhã de sábado (27 de junho), na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Ele foi baleado na cabeça durante uma tentativa de execução.
O tenente estava saindo da academia quando foi surpreendido por dois rapazes em uma moto. Na ocasião, os suspeitos pararam ao lado de Pimentel em uma avenida e efetuam os disparos. Veja momento do ataque:
A vítima recebeu os primeiros socorros de uma equipe do Samu ainda no local e, devido à gravidade dos ferimentos, precisou ser socorrida e transportada ao hospital de forma emergencial pelo helicóptero Águia, do Grupamento Aéreo da Polícia Militar.
O tenente é o irmão mais velho de Eloá Pimentel, jovem de 15 anos que foi assassinada em 2008 pelo ex-namorado Lindemberg Alves, após ser mantida refém por mais de 100 horas.
Segundo a Polícia Militar, os suspeitos de envolvimento na tentativa de execução do tenente da Rota, com idades de 52, 40 e 24 anos, foram presos na manhã de domingo (28), em Guianases, na zona Leste de São Paulo. Eles teriam dado apoio logístico e de transporte no dia do atentado. Um deles confessou a participação no crime e o mais novo, segundo a polícia, foi liberado.
Foram coletados, de acordo com a Rota, elementos que apontam para um planejamento prévio por parte dos criminosos. Além disso, a polícia apura o envolvimento do PCC (Primeiro Comando da Capital), a maior facção criminosa do país, na autoria e coordenação do ataque.
*Sob supervisão de AR.




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