O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na madrugada desta quarta-feira (28) que aprovaria vistos para Flávio Bolsonaro e sua família no país.
"Eu aprovaria. Acho que eles são boas pessoas. A eleição foi muito estranha, e achei terrível", afirmou a jornalistas após ser questionado quando desembarcava em Washington, após comício no Texas. "Eu aprovaria. Para mim, estaria tudo bem", acrescentou.
Ao ser perguntado se sabia onde Flávio estava no momento, Trump disse: "Ouvi dizer que ele estava na Argentina, mas não sei ao certo".
Mais cedo, uma autoridade do governo Trump informou que o Departamento de Estado dos EUA emitirá vistos para o senador, sua esposa e as duas filhas e permitirá o ingresso deles no país. A fonte não explicou, no entanto, a categoria do visto nem a duração.
Ao mesmo tempo, Trump voltou a afirmar que não tomou partido durante a eleição. Ele observou que conhece o presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que conhece "muito bem" o pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro. "Acho que o pai foi tratado muito mal", afirmou.
"Mas eu não estava envolvido [na eleição]. É o Brasil, é um país diferente.
Eu me envolvo em algumas coisas", disse, citando como exemplos a Argentina e seu apoio a Abelardo de la Espriella na Colômbia.
"Tudo bem, é o resultado final", voltou a afirmar sobre o Brasil. "Mas a forma como chegaram a esse resultado foi terrível", disse.




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