Levantamento testa cenários para presidente, governador e Senado e também mede avaliação de governos e interesse nas eleições
Priorizar nos meus resultados Google Uma nova pesquisa eleitoral vai medir o cenário da disputa presidencial no Pará, estado que concentra o maior eleitorado da região Norte. O levantamento coloca os nomes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) entre as opções apresentadas aos entrevistados e também testa um eventual segundo turno entre os dois.
O questionário inclui ainda a corrida pelo governo do estado, a disputa por duas vagas ao Senado e avaliações sobre os governos federal e estadual.
A coleta será realizada de 22 a 25 de setembro de 2026, com 804 entrevistas. A divulgação está prevista para 26 de setembro. A pesquisa foi contratada pela Televisão Liberal. O levantamento, registrado no TSE sob o número BR-04603/2026, tem nível de confiança de 95% e margem de erro máxima prevista de cerca de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
No primeiro turno, a pesquisa apresenta aos entrevistados 13 nomes: Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), escritor Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB), Lula (PT), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Zema (Novo).
O questionário também testa um cenário de segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A pesquisa ainda pergunta se a escolha presidencial é definitiva ou pode mudar até a eleição e mede a aprovação ao governo Lula.
O levantamento pergunta o que causa mais medo hoje entre dois cenários: a volta da família Bolsonaro ao poder ou mais um mandato de Lula. O entrevistado também pode responder que teme os dois ou que não tem medo de nenhum deles.
Para o governo do estado, o levantamento apresenta seis candidatos: Araceli (PSOL), Dr. Daniel (Podemos), Gal Leite (UP), Hana Ghassan (MDB), Ruth Reis (Democrata) e Well Macedo (PSTU).
A pesquisa mede a intenção de voto em dois cenários de primeiro turno, um deles sem a candidata Ruth Reis. Também verifica o grau de conhecimento e o potencial de voto dos candidatos.
Em um eventual segundo turno, o questionário coloca frente a frente Dr. Daniel (Podemos) e Hana Ghassan (MDB).
A pesquisa também mede a corrida pelas vagas do Pará no Senado. O questionário apresenta Breno Guimarães (Mobiliza), Celso Sabino (PDT), Chicão (União), Conti (PSOL), Coronel Jonildo (DC), Delegado Éder Mauro (PL), Edilaine Rodrigues (Democrata), Fernanda Lopes (UP), Gizelle Freitas (PSOL), Helder (MDB), Lívia Noronha (Solidariedade) e Zequinha Marinho (Podemos).
Como o eleitor poderá escolher dois nomes para o Senado, a Quaest pergunta separadamente pela primeira e pela segunda opção de voto. Também testa um cenário estimulado para cada escolha e questiona se a decisão do entrevistado já é definitiva ou ainda pode mudar.
Outro bloco do levantamento mede a aprovação do trabalho do presidente Lula e da governadora Hana Ghassan. No caso do governo estadual, os entrevistados também são convidados a classificar a administração como ótima, boa, regular mais positiva, regular mais negativa, ruim ou péssima.
A pesquisa ainda pergunta se o ex-governador Helder merece ou não eleger um sucessor indicado por ele.
O questionário reserva uma pergunta espontânea para identificar, na opinião dos entrevistados, qual é o problema mais grave enfrentado atualmente pelo estado.
A Quaest também busca medir o grau de mobilização do eleitorado para a votação deste ano. Os entrevistados poderão se declarar muito interessados, pouco interessados ou nada interessados nas eleições.
Outro bloco procura identificar diferentes comportamentos diante do pleito, distinguindo quem sempre vota para presidente, quem pretende participar neste ano e quem afirma que não pretende votar.
O levantamento inclui uma escala de identificação política. O eleitor pode se declarar lulista, próximo da esquerda sem ser lulista, independente, próximo da direita sem ser bolsonarista ou bolsonarista.
A pesquisa também pergunta por qual meio o entrevistado mais se informa sobre política, incluindo televisão, jornais impressos, rádio, sites e portais de notícias, redes sociais, WhatsApp ou Telegram, conversas pessoais e ferramentas de inteligência artificial.
VEJA+IA: Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.




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