É isso. Ele fez o gol de empate contra o Marrocos; o goleiro do Haiti rebateu seu chute para o Matheus Cunha marcar o primeiro gol do jogo; depois, recebeu uma assistência do Vinicius, marcando o segundo gol do Brasil; e, por último, após um passe do L
É isso. Ele fez o gol de empate contra o Marrocos; o goleiro do Haiti rebateu seu chute para o Matheus Cunha marcar o primeiro gol do jogo; depois, recebeu uma assistência do Vinicius, marcando o segundo gol do Brasil; e, por último, após um passe do Lucas Paquetá, o próprio camisa 7 da seleção fez o seu gol.
Na linguagem popular, o Vinicius Jr. está batendo o escanteio e correndo para cabecear.
Por um lado, temos um jogador decisivo em ótimo momento nesta Copa, mas, por outro lado, é muito pouco para uma seleção que pensa em chegar até as finais. Principalmente se formos ver que o nosso adversário dessa segunda rodada, o Haiti, é o 85º do ranking da FIFA e o último no ranking das seleções que estão na Copa. A Alemanha fez 7 a 1 em Curaçao, que havia goleado o Haiti por 5 a 1 nas eliminatórias.
Estamos falando de seleções que provavelmente não estariam na Copa se a sede fosse em apenas um país. Estados Unidos, México e Canadá não disputaram as eliminatórias; portanto, abriram-se vagas para equipes fraquíssimas como Haiti e Curaçao.
O Brasil precisa vencer a Escócia na próxima quarta-feira (24) para se classificar em primeiro do grupo. Mas, independentemente de passar em primeiro ou segundo, não dá para jogar essa "bolinha" no mata-mata. É um futebol lento, sem criatividade, pouco agressivo e que depende de apenas um jogador para atacar.
Ok, o Matheus Cunha marcou dois gols contra o Haiti, mas também não fez um grande jogo, assim como a equipe toda. Entendo que o Brasil chegou para a Copa sem uma equipe titular definida e ainda sem três peças importantíssimas: Estêvão é o nosso melhor jogador e está fazendo muita falta, assim como Militão e Rodrygo, que eram titulares de Ancelotti. Agora, o Raphinha sentiu o posterior da coxa — e mesmo sendo um dos piores nos dois jogos, é mais um que não sabemos se irá continuar jogando a Copa ou não.
Com isso, abriu-se uma vaga na direita para três jogadores. Há dois atletas que foram convocados para jogar por ali, que são Rayan e Luiz Henrique, mas o Endrick também pode atuar lá. Eu colocaria o Rayan, que já entrou no lugar do Raphinha contra o Haiti e estava muito nervoso (o que é normal pela idade). Mas ele é um ótimo jogador, com muita habilidade, técnica, agressividade e, principalmente, ousadia — o que essa seleção menos demonstrou ter até agora.
Ou seja, o Vinicius Jr. precisa de ajuda para criar jogadas e agredir as defesas adversárias e, na minha visão, Rayan e Endrick seriam os nomes ideais para isso.
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