Homem supera recidiva do câncer e vive oito anos sem doença detectável. Um paciente diagnosticado com adenocarcinoma de pâncreas em 2018 alcançou uma sobrevida rara de oito anos sem doença detectável, após enfrentar quimioterapia, cirurgia de alta complexidade, recidiva e ablação por radiofrequência. O post Com apenas 5% de chances, homem desafia câncer de pâncreas e sobrevive apareceu primeiro em Diário do Pará .
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Com apenas 5% de chances, homem desafia câncer de pâncreas e sobrevive Com apenas 5% de chances, homem desafia câncer de pâncreas e sobrevive Com apenas 5% de chances, homem desafia câncer de pâncreas e sobrevive Com apenas 5% de chances, homem desafia câncer de pâncreas e sobrevive
A sobrevida de Edgard de Luna, de 50 anos, tornou-se um caso raro na oncologia: diagnosticado em 2018, aos 42 anos, com adenocarcinoma de pâncreas, ele enfrentou quimioterapia, cirurgia de alta complexidade e uma recidiva, mas chegou a junho de 2026 com oito anos sem doença detectável. O caso, está sendo documentado para publicação científica e apresentação em congressos médicos.
Os primeiros sintomas foram um incômodo no estômago e dores persistentes. Edgard recebeu inicialmente hipóteses de verminose, gastrite e infecção pela bactéria H. pylori. Quando a dor migrou para as costas, chegou a ser atribuída a uma contratura muscular. Após cerca de três meses, uma médica pediu uma tomografia com contraste, que identificou uma lesão na cabeça do pâncreas, próxima da artéria mesentérica. O tumor foi classificado como “borderline” para ressecabilidade, por estar em uma região de difícil abordagem cirúrgica.
A equipe optou por 12 sessões de quimioterapia neoadjuvante, realizadas a cada 15 dias, para tentar reduzir o tumor antes da operação. Com a resposta ao tratamento, Edgard foi submetido a uma pancreatoduodenectomia, procedimento que durou nove horas e mobilizou quatro cirurgiões. “Desde o início eles nos falavam em 5% de chance de sobreviver”, relatou o paciente. Após a cirurgia, o médico informou à família: “Tirei tudo. Deu tudo certo.”
Um mês depois, porém, o marcador tumoral CA 19-9 continuava elevado. Um exame PET scan apontou uma nova lesão, de aproximadamente 1,2 a 1,3 centímetro, perto da área operada. Como o organismo ainda se recuperava da cirurgia, a quimioterapia convencional foi descartada naquele momento.
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