Conheça como as startups do agronegócio no Paraná usam drones, GPS e biotecnologia para aumentar a eficiência no campo e transformar o setor.

Para entenderComo as agritechs paranaenses estão transformando o futuro do agronegócio?Por Gazeta do Povo Lab

Dê de presentePrefira a Gazeta no GoogleStartups do agronegócio no Paraná desenvolvem tecnologias que aumentam a eficiência no campo. (Foto: Josué Teixeira/Arquivo Gazeta do Povo)No Paraná, o número de startups formalizadas cresceu 20,5%, chegando a 1.866 empresas que desenvolvem soluções tecnológicas para o campo. Essas agritechs utilizam inteligência e ciência para aumentar a produtividade e tornar as operações no agronegócio mais eficientes e sustentáveis.

As agritechs são startups focadas em criar soluções tecnológicas exclusivas para o setor agrícola. Elas desenvolvem ferramentas como dispositivos de inspeção rápida e softwares de gestão que ajudam o produtor a aumentar a produtividade, reduzir desperdícios e tornar o trabalho no campo muito mais ágil e econômico.

O leque de inovações é amplo e inclui desde aplicativos de GPS agrícola e monitores de plantio até drones de alta tecnologia. Esses equipamentos são usados para pulverização precisa, mapeamento de solo e monitoramento das plantações em tempo real, permitindo que o agricultor cuide de cada metro quadrado da terra de forma individual.

Uma das inovações de destaque no estado é um dispositivo capaz de reduzir o tempo de inspeção de pulverizadores de horas para apenas alguns minutos. Isso melhora a precisão na aplicação de defensivos, garantindo que a máquina funcione corretamente e não ocorra o uso excessivo de produtos químicos.

O investidor anjo é aquele que coloca capital próprio em empresas iniciantes com grande potencial. No Paraná, eles são fundamentais porque, além do dinheiro, oferecem orientação estratégica e acesso a contatos importantes, ajudando as startups a encontrarem seus primeiros clientes e a crescerem de forma estruturada.

A ciência aplicada à agricultura permite criar plantas mais resistentes a pragas de forma natural. Ao desenvolver culturas que não precisam de tantos pesticidas, as agritechs promovem um ambiente mais saudável para as comunidades e entregam alimentos de melhor qualidade para a população, unindo os setores de saúde e agricultura.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

Startups paranaenses unem ciência e tecnologia para mudar o futuro do agronegócioDeixe sua opinião

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