Um estudo não tão aprofundado sobre como o anime se transformou ao longo das décadas no Brasil (e um pouco mundialmente) É muito comum hoje ver animes em qualquer lugar. Seja em propagandas no metrô, pessoas vestindo camisetas de seus personagens favoritos, a…
É muito comum hoje ver animes em qualquer lugar. Seja em propagandas no metrô, pessoas vestindo camisetas de seus personagens favoritos, aberturas de anime em algum estabelecimento japonês (como a Daiso ou lojas de cosméticos), pessoas em cosplay andando na rua no fim de um evento. Isso, claro, predominantemente na região da cidade de São Paulo. No entanto, se você voltasse há uns 10 ou 15 anos, talvez esses acontecimentos não fossem corriqueiros e, se você perguntasse para alguém sobre anime, a pessoa provavelmente não saberia o que era ou falaria: “é desenho, né? Conheço alguém da minha família que assiste”, ou então “mas isso é coisa de criança”. Eventos específicos do tema não eram tão comuns ou sequer tinham tanta gente como nos últimos anos.
Agora, o cenário é outro. Animes e mangás não são mais vistos com esses olhos; não estão mais escondidos. Eles fazem parte da metrópole, como em São Paulo, e cada vez mais dominam um espaço na cultura e na indústria global.




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