Dr. Israel Dewilson explica por que planejamento individualizado, prevenção e confiança orientam os tratamentos
A preocupação de parecer artificial ainda acompanha muitas pessoas que pensam em realizar procedimentos faciais.
Perguntas como “vou ficar com o rosto exagerado?” ou “todo mundo vai perceber o que eu fiz?” aparecem com frequência nos consultórios, impulsionadas principalmente por imagens de resultados muito marcantes que circulam nas redes sociais.
Ao mesmo tempo, cresce a procura por abordagens mais discretas, capazes de valorizar as características individuais sem modificar completamente a aparência.
O cirurgião-dentista Dr. Israel Dewilson acompanha essa mudança no comportamento dos pacientes e defende que a Escultura Facial deve partir de uma análise individualizada.
Para ele, a técnica não existe para reproduzir um padrão de beleza, mas para observar proporções, necessidades e objetivos de cada pessoa.
“O maior mito é acreditar que a Escultura Facial serve para mudar completamente o rosto. Não é isso. O objetivo é realçar a beleza que a pessoa já tem, respeitando suas características. Cada rosto é único e merece um planejamento individualizado”, afirma.
A escolha pela área está ligada à própria relação de Israel com a estética.
Ele conta que sempre foi vaidoso e atento aos detalhes do rosto, observando como pequenas mudanças podem valorizar a aparência e influenciar a autoestima.
Ao conhecer a Escultura Facial, identificou uma especialidade que reunia os elementos que procurava para sua atuação profissional.
“Ela une ciência, técnica e estética, mas, acima de tudo, pode transformar a forma como as pessoas se enxergam. Ver um paciente feliz, mais confiante e satisfeito consigo mesmo é o que me motiva todos os dias”, explica.
Para o cirurgião-dentista, o resultado não depende somente do procedimento escolhido.
O atendimento começa pela conversa, pela compreensão da história do paciente e pela construção de uma relação de confiança.
Israel considera importante criar um ambiente em que a pessoa se sinta confortável para falar sobre suas inseguranças, expectativas e dúvidas.
“Eu gosto de conversar e entender o que realmente incomoda cada paciente. Quando ele se sente acolhido, todo o tratamento acontece de forma mais leve. A confiança e a boa comunicação fazem muita diferença”, diz.
A exposição de resultados muito evidentes nas redes sociais contribuiu para que parte do público associasse procedimentos faciais à perda de identidade.
Segundo Israel, os casos mais chamativos costumam receber maior visibilidade, embora não representem necessariamente o objetivo de um tratamento bem planejado.
“Muitas pessoas chegam perguntando se vão ficar com uma aparência exagerada. A Escultura Facial bem realizada busca justamente o contrário. Em muitos casos, as pessoas ao redor percebem que o paciente está mais bonito ou com uma aparência descansada, mas não conseguem identificar exatamente o que mudou.”
O médico destaca ainda que nem todo procedimento é adequado para todas as pessoas.
Tendências, técnicas populares e conteúdos vistos na internet precisam ser analisados com cautela, já que cada paciente apresenta características anatômicas e necessidades diferentes.
“Hoje encontramos muita informação na internet, mas nem tudo serve para todo mundo. O tratamento começa muito antes de qualquer procedimento. Começa quando escutamos o paciente, entendemos o que faz sentido para ele e explicamos com sinceridade o que pode ou não ser indicado.”




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