81ª Assembleia Geral das Nações Unidas começa nesta terça-feira (22/9) em Nova York, Estados Unidos
As guerras e os conflitos armados em curso devem ocupar espaço central nos discursos dos chefes de Estado que participam da 81ª Assembleia Geral da ONU, que começa nesta terça-feira (22/9), em Nova York. O encontro ocorre em um cenário de aumento das tensões geopolíticas e de questionamentos sobre a capacidade do sistema multilateral de responder às crises.
As tensões no Oriente Médio e no leste europeu entre Rússia e Ucrânia devem ser mencionados ao longo dos cinco dias de agenda em Nova York, mas não devem ser os únicos. Líderes que participam do encontro também devem chamar atenção para as hostilidades em curso na Europa, na Ásia e no Oriente Médio.
Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que abre os discursos no evento desta semana, os líderes dos Estados Unidos, Donald Trump, da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que estão no centro de disputas em curso no mundo, são esperados em Nova York nesta semana.
Os discursos não devem tratar apenas dos combates, mas também sobre as possibilidades de cessar-fogo, proteção de civis, ajuda humanitária, respeito ao direito internacional e capacidade das instituições multilaterais de mediar conflitos. A atuação da ONU no enfrentamento dessas crises também deve ser abordado e gerar debates no fórum.




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