Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, avalia que Jaques Wagner poderia se dedicar a sua defesa, mas decisão sobre sair do governo cabe a Lula

O ministro do Trababalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou, nesta quarta-feira (24/6), que é melhor o senador Jaques Wagner (PT-BA) deixar a liderança do governo no Senado para se defender.

O senador petista foi alvo da nona fase Operação Compliance Zero, que iniciou as apurações sobre as supostas fraudes no Banco Master. A ação foi realizada pela Polícia Federal (PF) na última quinta-feira (18/6).

Marinho enfatizou, no entanto, que confia na inocência do colega de partido. “Eu acho que para ele, de fato, não tem absolutamente nada em relação ao Wager, porque ele é uma pessoa que a gente gosta e respeita muito, e tem uma atuação exemplar do Senado.”

No dia da operação, o senador estava na Bahia e, desde então, não retornou a Brasília. A expectativa é de que ele desembarque na capital federal nesta quarta para a conversa com Lula.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Mensagens O nome do senador passou a constar na investigação após a análise de mensagens extraídas do celular de Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, o dono do Master. Os diálogos indicariam possível atuação dele no Congresso em favor do Banco Master.

Frequência de envio: Diário