Lula reuniu-se com o presidente uruguaio Yamandú Orsi, com o mayor de Nova Iorque Zohran Mamdani e com o senador norte-americano Bernie Sanders, antes de discursar na Assembleia Geral da ONU.
Na véspera de discursar na Assembleia Geral da ONU, o Presidente do Brasil teve reuniões com líderes da esquerda: o Presidente do Uruguai, o autarca de Nova Iorque e o senador norte-americano Bernie Sanders.
Os encontros em Nova Iorque ocorreram na segunda-feira, num contexto de pressão dos Estados Unidos sobre a América Latina e num momento em que o avanço da direita coloca as eleições gerais brasileiras em foco no continente.
Diante disso, as reuniões de Luiz Inácio Lula da Silva abordaram temas como a importância da defesa da democracia, a ameaça do extremismo e o combate à desinformação no mundo.
O político brasileiro teve depois um encontro com o mayor de Nova Iorque, Zohran Mamdani, de 34 anos, do Partido Democrata, muçulmano, socialista e opositor do Presidente norte-americano, Donald Trump.
Além de trocarem camisolas de futebol, os dois trocaram experiências na implementação de programas sociais destinados aos mais vulneráveis e ao combate à pobreza e ao custo de vida.
À noite, Lula encerrou a agenda com um encontro com o senador independente Bernie Sanders, de 85 anos, que já foi do Partido Democrata.
[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]
De acordo com pessoas próximas de Sanders, ouvidas pelo jornal Folha de S. Paulo, que acompanharam o encontro, o senador disse a Lula que o movimento progressista norte-americano precisa apoiar a autodeterminação do Brasil.
A Casa Branca e o Palácio do Planalto vivem em tensão diplomática há mais de um ano, após Washington tentar interferir na vida política brasileira com sanções a autoridades do Brasil e aplicar sobretaxas a produtos do país.
Além disso, os EUA classificaram as duas maiores fações criminosas do Brasil como organizações terroristas, o que fez Lula endurecer o discurso em defesa da soberania nacional.
Lula fez uma breve pausa na campanha eleitoral no Brasil e chegou aos EUA na noite de domingo e retornará a Brasília ainda hoje, logo após discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU.




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