‘Desmentir’ traz sutileza e requinte do imortal da ABL, e ‘Ave nave do dia’ reúne composições de épocas distintas do autor cearense
Já no poema de abertura de “Desmentir”, “Brinde”, em seus versos iniciais, o inconfundível timbre do autor — irônico, lacônico, auroral: “Enchi de sol meu copo d’água/ e me brindei ao som de um violino./ Me molhei na luz/ que a tarde assoviava/ e cantei à beira de um silêncio a pino. (...)”
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