Presidente e Dilma não citaram tema em outros anos eleitorais

Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

benefício do assinante

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

benefício do assinante

Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.

Salvar para ler depois

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

Painel Receba no seu email as informações exclusivas da coluna Painel

Edição Impressa Diminuir fonte

A referência explícita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à eleição presidencial, com direito a uma crítica direta a Flávio Bolsonaro (PL), não tem precedentes em seus discursos à Assembleia Geral da ONU.

Em 2006, quando também disputava a reeleição, ele não citou o tema. Em 2010, ano eleitoral, nem compareceu ao evento. Sua sucessora, Dilma Rousseff, tampouco falou de eleição ao discursar em 2014, às vésperas da campanha por um segundo mandato.

O ineditismo, dizem assessores, se justifica pelo atual momento de especial gravidade, interna e externamente, com ameaças ao multilateralismo e possível interferência externa.

Embora a frase de que o Brasil não "cabe no quintal de ninguém" tenha sido direcionada mais diretamente a Donald Trump (EUA), o petista tinha mais dois adversários em mente: Javier Milei (Argentina) e Binyamin Netanyahu (Israel). Os três são aliados de Flávio. O recado é que não serão admitidas tentativas de influenciar as eleições pela direita global.

LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.

benefício do assinante

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

benefício do assinante

Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.

Salvar para ler depois

Recurso exclusivo para assinantes