Gigante do indie argentino, El Mató a un Policía Motorizado se apresenta em Porto Alegre e São Paulo em outubro
Ainda não tão conhecida como deveria no Brasil, a El Mató a un Policía Motorizado volta ao país nos dias 10 de outubro (Opinião, em Porto Alegre) e 11 de outubro (Cine Joia, em São Paulo).
Gigantes na Argentina e responsáveis por manter o rock em alto posto no país vizinho, os músicos vêm fazendo um trabalho de conquista dos nossos corações desde 2007, quando tocaram pela primeira vez por aqui, no extinto Inferno, na Rua Augusta, em SP. Desde então, batem cartão quase todos os anos, vindo através de diferentes produtoras e conquistando uma base de fãs cada vez maior.
Estão repetindo a fórmula que os fez crescer na Argentina. Originário da região da Plata em 2003, o grupo começou pequenino, chamando atenção com uma trilogia de EPs bem interessante, atualizando a cartilha de bandas como Sonic Youth e Hüsker Dü: Navidad de Reserva (2005), Un Millón de Euros (2006) e Día de los Muertos (2008). Três discos que os consolidaram no cenário argentino e os levaram de pequenas casas lotadas a grandes arenas.
O êxito seguiu-se a um Grammy Latino, a certo reconhecimento internacional (revertido em glórias locais, pois o país ama um elogio de gringo, assim como nós brasileiros) e até mesmo a convites para trilhas sonoras e a participação do histórico tributo aos Talking Heads, Stop Making Sense, ao lado de artistas como Miley Cyrus, Paramore, Lorde e The National.
Jota Wagner escreve, discoteca e faz festas no Brasil e Europa desde o começo da década de 90. Atualmente é repórter especial de cultura no Music Non Stop e produtor cultural na Agência 55. Contribuiu, usando os ouvidos, os pés ou as mãos, com a aurora da música eletrônica brasileira.




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