Tesão descontrolado: sou massagista tântrica e transei na maca com cliente
Trabalho como massagista há mais de 10 anos, mas só nos últimos dois estou focada apenas na massagem tântrica. A técnica é muito interessante e não tem nenhuma relação com o sexo convencional.
Eu preparo a sala com aromaterapia, uma luz baixa e músicas bem suaves. Na teoria, a massagem aumenta a capacidade de sentir prazer no corpo, de uma maneira geral.
Em uma sexta-feira, tinha um cliente chamado Carlos* na minha agenda. Era a primeira vez dele fazendo essa técnica e eu estava animada com o atendimento. Ele tinha uns 40 anos, aproximadamente a minha idade e era um gostoso. Sou muito profissional, mas também não sou tonta.
Assim que começamos a massagem, notei o corpo escultural de Carlos. Tentei focar na técnica e não no corpo dele. Na primeira vez deu certo.
Carlos adorou a massagem e fechou um pacote na clínica: todas as sextas, no mesmo horário. Nessa época, eu tinha poucos clientes fixos e fiquei feliz que ele gostou do meu atendimento. Foi quase que uma injeção de autoestima profissional.
Depois de cinco sessões, Carlos fechou mais cinco. Fiquei feliz com o reconhecimento e começamos a conversar cada vez mais. Descobri que ele era solteiro e trabalhava em um escritório de administração. Ele tinha optado pela técnica de massagem pois, após um término traumático, ele queria voltar a explorar sua sexualidade.
O papo começou a ficar cada vez mais interessante e, em pouco tempo, percebi que eu contava os dias para as minhas mãos encontrarem o corpo gostoso de Carlos. Não sei se eu estava de fato apaixonada, diria que não, mas eu tinha um crush nele. Isso era certeza.
Em uma das sessões, percebi que Carlos ficou com o pau duro. Achei que ele ficaria envergonhado com o feito, mas ele não se importou.
Nas semana seguintes, em todas as sessões Carlos ficou com o pau duro. Um dia, depois da massagem, ele brincou. "Parece que estou dando seta em todas as massagens né, acho que você me pegou de jeito", disse ele.
Apesar de querer muito, achei melhor ficar em silêncio. Eu precisava muito do emprego e não poderia correr riscos. Mas aí foi ele que me perguntou se eu queria. E não resisti...
Carlos foi super educado, deixou claro que não queria parecer que estava forçando nada. Mas admitiu: "Eu realmente tenho muito tesão em você". E aí não me aguentei, segurei até onde deu e eu também estava molhada de tesão toda vez que encontrava com ele.
Nossa primeira vez foi na própria maca. Carlos estava deitado, com aquele pau duro marcando na calça. Ele me puxou para perto e nos beijamos. Imediatamente, eu peguei no pau dele e senti a rocha na minha mão. "Que gostoso, puta merda", ele gemeu.
Ele segurou na minha bunda e imediatamente montei nele, sentindo ainda no meu shorts o pau me cutucando, preparado para meter gostoso. Tirei a minha roupa rapidinho e joguei a calcinha pro lado. Carlos entrou imediatamente e na primeira foi o mais fundo possível, quase que para sentir tudo o que vinha querendo.
E aí foi a minha vez de gemer. O pau dele era meu número. Ele foi acelerando o sexo até que eu só ouvia o barulho das nossas coxas batendo aceleradas e eu na iminência de gozar. Nunca tinha gozado tão rápido, realmente o tesão estava descontrolado e guardado por muito tempo.
Quando terminamos, eu fiquei mais de um minuto montada nele, só sentindo o pau dele amolecer e o coração bater mais devagar depois da putaria gostosa que fizemos.
Nem vou mentir falando que foi só essa vez, porque se repetiu por meses. Depois, ele foi embora de São Paulo por culpa do trabalho e cada um seguiu sua vida.
*Os nomes foram alterados
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