A previsão hoje publicada pela Agência Internacional de Energia (AIE) especificou que a descida concentrar-se-á nos destilados médios (combustíveis obtidos a partir da destilação do petróleo) e nas matérias-primas petroquímicas, especialmente na Ásia.
A previsão hoje publicada pela Agência Internacional de Energia (AIE) especificou que a descida concentrar-se-á nos destilados médios (combustíveis obtidos a partir da destilação do petróleo) e nas matérias-primas petroquímicas, especialmente na Ásia.
A previsão hoje publicada pela Agência Internacional de Energia (AIE) especificou que a descida concentrar-se-á nos destilados médios (combustíveis obtidos a partir da destilação do petróleo) e nas matérias-primas petroquímicas, especialmente na Ásia.
Em 2027, a procura poderá recuperar em 2,6 milhões de barris por dia, compensando a queda prevista para este ano, consoante a estimativa da AIE.
Em agosto, a produção mundial de petróleo caiu 1,6 milhões de barris por dia, para 100,1 milhões, enquanto mais de 10 milhões de barris da produção do Golfo permaneciam paralisados devido ao aumento dos riscos de segurança decorrentes do conflito no Médio Oriente.
Segundo os cálculos da AIE, a oferta mundial irá reduzir em 5,7 milhões de barris por dia este ano, para 100,7 milhões, uma vez que a recuperação da produção no Golfo está adiada até 2027, quando a produção poderá recuperar em oito milhões de barris por dia.
O crescimento da produção fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) será liderado pelos produtores das Américas (Estados Unidos, Canadá, Brasil, Argentina e Guiana), que contribuirá com 1,4 milhões de barris por dia em 2026 e mais um milhão de barris por dia em 2027.
Em agosto, as refinarias atingiram um máximo sazonal de 81,4 milhões de barris por dia, mais 960.000 barris por dia do que em julho, mas menos 4,2 milhões de barris por dia do que no ano anterior.
A atividade mundial de refinação deverá diminuir 2,6 milhões de barris por dia em 2026, para 81,5 milhões de barris por dia, prevê a organização internacional.
A AIE constatou ainda que as margens de refinação atingiram níveis recorde na bacia atlântica, impulsionadas pelo aumento do preço do gasóleo, enquanto o aumento dos fretes exerceu pressão sobre a rentabilidade das refinarias de Singapura.
Os inventários mundiais registados caíram mais 95 milhões de barris em agosto.
Os volumes de petróleo bruto armazenados em navios diminuíram em 65 milhões de barris, enquanto os ataques voltaram a afetar o tráfego de petroleiros provenientes do Médio Oriente.
Os inventários fora da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) caíram 52 milhões de barris, liderados pela China, enquanto nos países dessa organização aumentaram 23 milhões de barris, uma vez que o aumento dos inventários comerciais compensou uma queda de 19 milhões de barris nas reservas governamentais.
O petróleo bruto ‘North Sea Dated’ subiu 7,61 dólares por barril em agosto, para uma média de 91 dólares, antes de atingir os 113,48 dólares na terça-feira.
Os custos dos petroleiros também aumentaram significativamente devido ao maior risco de segurança e a uma procura mais forte por navios.
A recuperação prevista para 2027 dependerá em grande medida da evolução das interrupções no abastecimento e do facto de as negociações entre Washington e Teerão permitirem normalizar os fluxos de petróleo, concluiu a AIE.
Depois dos destacados aumentos registados na quinta-feira do preço do petróleo e do gás, o preço do contrato genérico de barril de petróleo Brent, de referência na Europa, avança 1,47% para 106,05 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), de referência nos Estados Unidos da América (EUA), sobe 1,35% para 101,10 dólares.




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