Destaque é o movimento mais intenso das taxas de longo prazo, que voltam a passar por uma queima de prêmios de risco

Os juros futuros abriram o pregão desta sexta-feira em queda, com destaque para o movimento mais intenso das taxas de longo prazo, que voltam a passar por uma queima de prêmios de risco após as primeiras pesquisas de intenção de voto para o segundo turno das eleições presidenciais mostrarem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O otimismo em torno da possibilidade de alternância de poder supera qualquer possível mal estar com os números do IPCA de setembro, que subiu 0,82%, acima do esperado, e voltou a mostrar alguma pressão em itens importantes para o ciclo econômico e para a condução da política monetária pelo Banco Central, como a média dos núcleos e os preços de serviços subjacentes.

Por volta de 9h15, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2028 tinha leve queda de 12,545%, do ajuste da véspera, para 12,515%; a do DI de janeiro de 2029 recuava de 12,315% a 12,24%; e a do DI de janeiro de 2031 anotava queda firme de 12,445% para 12,335%.