Assinantes opinam sobre socorro a setores afetados por tarifas dos EUA

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17.jul.2026 às 22h00

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Pedido de socorro "BNDES pede R$ 7,25 bilhões à Fazenda para reforçar socorro a setores afetados por tarifas dos EUA" (Economia, 17/7). Onde está o pacote de medidas para ajudar as micro, médias e pequenas empresas que tomaram recursos do Pronampe e pagam juros de 14%? Não conseguimos honrar nossos compromissos. O governo prometeu apresentar medidas em junho: já estamos em julho. Pedro Santana Mota (Joinville, SC)

É a socialização dos prejuízos. José Cardoso (Rio de Janeiro, RJ)

De onde vem o dinheiro do Ministério da Fazenda? Dos CNPJs no Brasil. Não há dinheiro público, mas dinheiro de pagadores de impostos. João Herberthe dos Santos Almeida (Salvador, BA)

Pobre, quando está quebrado, procura outra ocupação. Empresários choram para receber benesses dos nossos impostos. Helio Cazelli (Anchieta, ES)

Esquerdistas criticam as tarifas de Trump, mas nunca reclamam do tarifaço que o Brasil impõe ao mundo, sob a desculpa de proteger a indústria nacional. Luiz Faganello (Campinas, SP)

Dar nome às coisas "Janja não sabe o que é misoginia" (Mariliz Pereira Jorge, 17/7). Duvido que Janja seria criticada pelo mesmo motivo caso fosse um homem. Mas, se eu fosse Janja, prestaria contas. Falta clareza das ações que ela desenvolve e dos gastos que realiza. Zoraide Inês Faustinoni da Silva (São Paulo, SP)

A questão não é simplesmente o gasto, mas de onde vêm os ataques. Todos sabem que a extrema direita é misógina. Esse é o momento de ajudar as mulheres, e não de desacreditá-las. Fernando Mesquita (São Paulo, SP) Mais do que futebol "Torcer para a Argentina, jamais" (O Mundo É uma Bola, 16/7). Concordo plenamente: jamais! Alvaro Claudio Maia (Fortaleza, CE)

Torcer para o europeu colonizador, jamais. Sou latino-americano. Silvio da Costa Pereira (Florianópolis, SC)

Gostei, mas vou torcer pela Argentina. Gosto mais do futebol de garra e paixão do que do de técnica e controle. E sou fã do Messi. Isso é futebol, não uma análise sociopolítica da relação Brasil-Argentina. Quanto ao racismo e ao preconceito regional, nós brasileiros temos para dar e vender. Também não nos sentimos muito latino-americanos... Melhor cada um torcer pelo futebol que mais empolga e emociona. Mauricio Borborema de Medeiros (Manaus, AM)

Milly Lacombe foi quem melhor traduziu essa angústia que sentimos frente a sentimentos contraditórios: admiração e desprezo; afeto e raiva; respeito e indignação. Começo torcendo pela Espanha, já sabendo que posso terminar vibrando pela Argentina. Jaqueline Mendes de Oliveira (Rio de Janeiro, RJ) Bons desejos "Milton Nascimento é internado com pneumonia e tem boa evolução, diz equipe" (Ilustrada, 17/7). Força, Bituca! Mário Sérgio Mesquita Monsores (Rio de Janeiro, RJ)

Milton é como aquele amigo que eu nunca conheci, mas que anda sempre comigo. É o mesmo sentimento de um Caetano, Chico e tantos poetas que me tocam. Alexandre Oliveira (Rio de Janeiro, RJ)

O maior de todos. Deborah Brandt (Cotia, SP)

No Brasil "Harry Styles abre mão da estética espalhafatosa para adotar o ‘uncool’ em nova fase" (Ilustrada, 16/7). Sensacional ver a evolução do artista! O descobri bem na pandemia, trancado em casa. Ouvia à exaustão "Adore You" e "Watermelon Sugar", que tocavam muito na Antena 1. Por meio dessas canções acabei conhecendo melhor seu trabalho e virei fã de carteirinha. É bacana acompanhar a transição estética e musical descrita na reportagem. Ele continua gigante, autêntico e se reinventando sempre! Helvécio Dias da Rocha (Curvelo, MG)

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