Andar com a placa de carro coberta de lama depois daquele temporal de fim de tarde parece algo inofensivo, mas o Código de Trânsito Brasileiro pune essa bobei...
Andar com a placa de carro coberta de lama depois daquele temporal de fim de tarde parece algo inofensivo, mas o Código de Trânsito Brasileiro pune essa bobeira com rigidez. Os guardas de trânsito não querem saber se a rua estava cheia de poças e aplicam uma penalidade pesada no bolso do motorista. O que...
A multa e a punição por trafegar com a placa do veículo encoberta por lama ou sujeira. Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR
Andar com a placa de carro coberta de lama depois daquele temporal de fim de tarde parece algo inofensivo, mas o Código de Trânsito Brasileiro pune essa bobeira com rigidez. Os guardas de trânsito não querem saber se a rua estava cheia de poças e aplicam uma penalidade pesada no bolso do motorista.
O regulamento do nosso país não dá moleza para quem roda por aí com as letras e números escondidos. O Artigo 230, no seu inciso VI, deixa bem claro que conduzir o automóvel sem condições de leitura ou visibilidade na identificação traseira ou dianteira é um erro grave.
Isso vale para barro acumulado na estrada, plásticos de concessionária, fitas adesivas ou até amassados causados por pequenas batidas de estacionamento. A fiscalização exige que qualquer pessoa consiga ler os dados do veículo sem precisar chegar perto ou fazer esforço.
O vacilo de não limpar o para-choque custa caro e complica o direito de dirigir do condutor da rodada. Como estamos falando de uma infração gravíssima, o motorista recebe sete pontos automáticos na carteira de habilitação e precisa pagar um boleto salgado.
Abaixo estão os valores exatos e as medidas aplicadas pelos agentes de trânsito:
Existe uma diferença gigante entre o barro que espirrou da chuva e a malandragem de adulterar os dados para fugir dos radares de velocidade. Passar graxa, colar folhas de árvore ou usar dispositivos móveis para tampar a identificação entra direto na esfera dos crimes mais graves.
O condutor pego nessa situação responde com base no Código Penal brasileiro e pode parar direto na delegacia de polícia do bairro. A pena envolve o risco de prisão e o carro fica retido para a realização de perícia técnica demorada.
Com certeza absoluta, pois gastar dois minutos com um pano úmido ou uma garrafa de água poupa uma dor de cabeça gigantesca com os policiais. Criar o hábito de dar uma checada na traseira do automóvel antes de sair da garagem evita surpresas desagradáveis nas blitze.
O quadro faz um comparativo simples das situações que os motoristas enfrentam no asfalto:
Se o fiscal não der a opção de limpar o local na hora e chamar o reboque, o dono vai precisar enfrentar uma burocracia chata. Para liberar o automóvel, será necessário quitar todas as taxas pendentes, o valor das diárias do depósito e a taxa do guincho.
No final das contas, o melhor caminho é a prevenção rápida logo após passar por estradas de terra ou trechos alagados. Manter os cuidados básicos com a limpeza externa preserva o seu orçamento e garante que a sua viagem termine sem nenhum transtorno com as autoridades.



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